A MEDSUL é uma clínica de Ortopedia e Fraturas que presta atendimento rápido e dinâmico, pois oferece num único lugar a maioria dos serviços associados à ortopedia: Consultas, Raio- x, Fisioterapia, RPG, Acupuntura e Pilates. Dispõe de conceituados superespecialistas nas áreas de Ortopedia Infantil, Mão, Cotovelo, Ombro, Pé, Joelho, Quadril, Coluna e Ortopedia Esportiva voltada para o trauma esportivo.  Possui 2 unidades com localização previlegiada:  • Unidade 1 - Próximo à Praça Floriano Peixoto - Santo Amaro  • Unidade 2 - Próximo à Ponte do Socorro  Fácil acesso por terminais de ônibus e trem. Clique aqui para fazer sua rota.
LOCALIZAÇÃO
CLÍNICA
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Unidade 2 - Socorro  Consultas:   Segunda à sexta - 8:00 às 17:30 Sábado - 8:00 às 12:00hs Tel: (11) 5522.0847 - Não abrimos aos feriados.  Rua Olívia Guedes Penteado, 120 - Socorro - SP
SERVIÇOS
CONTATO
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Diretor Técnico Médico Dr. Romildo Y. Matsuoka  CRM 38935
Unidade 1 - Sto. Amaro 5523.7355    Unidade 2 - Socorro 5522.0847
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ESPECIALIDADES
Exercicio e qualidade de vida Para estar e manter-se em forma, é preciso se exercitar regularmente... Leia mais
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Unidade 1 - Santo Amaro  Consultas:   Segunda à sexta - 8:00 às 17:30 Sábado - 8:00 às 12:00hs Tel: (11) 5523.7355 - Não abrimos aos feriados.  Av. Mário Lopes Leão, 291 - Sto. Amaro - SP
JoaneteA Joanete é uma deformidade dos ossos...Leia mais
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Unidade 1 - Santo Amaro  Consultas:  Segunda à sexta - 8:00 às 17:30  / Sábado - 8:00 às 12:00hs Tel: (11) 5523.7355 - Não abrimos aos feriados.  Av. Mário Lopes Leão, 291 - Sto. Amaro - SP
Atenção: Ligue para confirmar a abrangência
Unidade 2 - Socorro  Consultas:  Segunda à sexta - 8:00 às 17:30  / Sábado - 8:00 às 12:00hs Tel: (11) 5522.0847 - Não abrimos aos feriados.  Rua Olívia Guedes Penteado, 120 - Socorro - SP
MÃO
JOELHO
OMBRO E COTOVELO
QUADRIL
PÉ • Minimamente halux valgo • Pé torto e pé plano.• Cirurgias   Saiba mais sobre essas patologias: Pé torto / pé plano O pé plano, vulgarmente chamado de pé chato é uma deformidade que provoca um enorme desperdício de energia, que mais cedo ou mais tarde cobrará seu preço. Até os três anos, o pé da criança tem um grau maior de mobilidade que o pé do adulto, em razão à maior elasticidade ligamentar peculiar do início da vida. Este fato, aliado ao alargamento da base de sustentação da criança no início da marcha, facilita a queda do calcâneo em valgo, fazendo com que o arco longitudinal desapareça.  O músculo tibial posterior é o principal responsável por esta condição, e ele já está fraco por falta de uso até o momento, fica com sua força mais diminuída ainda, em virtude ao desvio sofrido por sua inserção. As funções de sustentar o arco desaparecem. A clínica pode refletir um cansaço mais fácil aos esforços, uma dor na face medial e posterior da perna ou mesmo a falência total dos pés numa certa época da vida. Eles ficam rígidos, dolorosos e sem capacidade de exercer sua função primordial que é a marcha.   Outra situação dúbia é a queda fácil e frequente. O equilíbrio depende da maturidade do indivíduo, e nele participam visão, audição, coordenação motora, orientação espacial, esquema corporal e outros fatores de difícil "mensuração". Não é fácil, por isso, quantificarmos o papel do pé plano nessa condição.   O diagnóstico, portanto, é essencialmente baseado nos achados do exame físico. Os pés devem ser inspecionados com o paciente andando normalmente, correndo, andando nas pontas dos pés e nos calcanhares. Podendo utilizar também o podoscópio, indispensável para examinar o pé apoiado.   Tratamento  Os casos de pé chatos postural é indolor em crianças, em geral não requerem tratamento, mas é preciso aconselhar quanto ao uso do calçado adequado para que a criança mantenha os pés bem livres, andando descalça em solo irregular e limpo ou com calçados bem leves, como o tênis, dando condições para musculatura trabalhar livre e naturalmente.  Nos adultos, o tratamento depende da causa e da presença de alguma anomalia estrutural. O pé chato doloroso em virtude ao estresse ocupacional pode ser tratado pelo fisioterapeuta e pelo aconselhamento.  Se o paciente for obeso, deve ser orientado no sentido da dieta. Se houver deformidade fixa, os calçados ortopédicos ou as palmilhas podem trazer alívio. Em alguns casos, a cirurgia pode ser necessária para aliviar a dor e, se possível, restaurar a função.   Nas crianças, se o pé tiver boa mobilidade, deverá fortalecer os músculos que sustentam o arco, principalmente o tibial anterior e posterior e flexor longo e curto dos dedos. Se as articulações estiverem rígidas, junto com o fortalecimento, realizam-se exercícios ativos do pé e tornozelo (flexão plantar, caminhar na areia, pisar em bolinhas, cabo de vassouras rolando para frente e para trás, colocar uma toalha no chão e fazer com que a criança puxe a toalha com os dedinhos). Realizar alongamentos e mobilizações passivas.   Nos adultos deve-se aliviar a dor com repouso e técnicas específicas (água morna, massoterapia, banho de contraste, tens e hidromassagem para os pés). Quando a dor diminuir, utilizar exercícios ativos e resistidos, do pé e tornozelo. Além disso, não podemos esquecer-nos da correção geral da postura e da marcha. Pé calcâneo valgo Características: - Contato da superfície dorsal do pé com a superfície anterior da perna.  - Déficit para a flexão plantar.  - Graus de deformidade leve.  Pode ser unilateral ou bilateral.  Causas: Existência de deformidade em ossos e ligamentos, com relação ao encurtamento de tendões ou é até hereditária.  Diagnóstico constatado: flexão dorsal do pé, persistente, resistência à flexão plantar (não excede 90°) e alteração do eixo do talo com o osso cuboide. O tratamento cirúrgico e fisioterapia são recomendados. Causas: Hereditárias e possuem baixa incidência.  Quadro clínico - apresenta as seguintes deformidades: - É o inverso do arco plantar.  - O osso talo está deslocado para a planta do pé.  - O pé se apresenta estritamente rígido, mesmo em um recém-nascido.  Diagnóstico: Constatamos essa deformidade já no nascimento. Na radiografia, o talo se apresenta perpendicular ao plano e antepé em dorsiflexão.  Tratamento: É sempre cirúrgico, pois a rigidez impede corrigir apenas com o gesso. A rigidez permanece, mesmo após a cirurgia.    Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.br Acesso em: 14/08/2013
COLUNA
Mão • Cirurgia da mão • Túneo do carpo.   Curiosidades: Testes especiais do punho e mão  Teste de Phalen e Phalen invertido  Posição do paciente: sentado ou em pé, com os cotovelos fletidos à 90º e com os punhos com o dorso em contato e à 90º de flexão.  Descrição do teste: o terapeuta instrui o paciente para realizar uma flexão do punho e colocar o dorso da mão em contato com a outra mão, permanecendo por 1 minuto.  Sinais e sintomas: esse teste serve para diagnosticar a síndrome do túnel do carpo e o aparecimento de formigamento ou dormência na mão, principalmente na região que vai até o 3º dedo, demonstra positividade do teste.  OBS: o teste de Phalen invertido é o mesmo teste, porém é realizado com os punhos em extensão máxima, ou seja, em posição de “reza”.  Teste de Finkelstein  Posição do paciente: sentado ou em pé, com o polegar aduzido e fletido, sendo “segurado pelos outros dedos”, associado a um desvio ulnar.  Descrição do teste: teste utilizado para diagnosticar a tenossinovite estenosante De Quervain, que abrange o primeiro compartimento dorsal (tendões do abdutor longo e do extensor curto do polegar). O terapeuta instrui o paciente para realizar ativamente ou passivamente o desvio ulnar estando com o polegar aduzido e fletido na palma da mão.  Sinais e sintomas: dor com forte sensação de “agulhada” sobre o processo estilóide do rádio.  Teste de Tinel  Posição do paciente: sentado ou em pé, com o punho em supinação e palma da mão aberta.  Descrição do teste: o terapeuta percute com o seu indicador as regiões do túnel do carpo e do túnel de Gyon.  Sinais e sintomas: no momento da percussão, nos trajetos dos nervos mediano e ulnar nos túneis carpais, o paciente refere à sensação de formigamento ou choque irradiado para o 3º dedo no caso de síndrome do túnel do carpo e no 5º dedo no caso da inflamação do túnel do nervo ulnar.  Teste de Allen  Posição do paciente: sentado, com a palma da mão aberta e flexão de cotovelo a 90º.  Descrição do teste: o terapeuta instrui ao paciente que realize repetidas vezes abrir e fechar a mão, mantendo pressionadas a artéria radial e ulnar na altura do punho com os seus dedos polegares. Após perceber a “fuga” do sangue da mão do paciente, ou seja, a mão ficar pálida, o terapeuta deverá soltar apenas um lado e testar o fluxo da artéria correspondente observando a coloração da mão.  Se a mão voltar a ter a coloração normal, a artéria contribui significativamente e sua perfusão estará normal. A manobra deverá ser repetida soltando-se agora apenas o fluxo da outra artéria e observar a coloração da mão.  Sinais e sintomas: durante o teste, o terapeuta deverá ficar atento a coloração da mão do paciente e também deverá manter uma pressão constante da artéria contralateral, para não haver interferência na observação. Normalmente, ambas as artérias suprem adequadamente a mão, mas caso a cor da palma da mão demorar significa que após a liberação de ambas as artérias o examinador deverá concluir que a perfusão estará limitada e o teste será positivo.  Teste de watson  Posição do paciente: sentado, com punho supinado e palma da mão aberta.  Descrição do teste: o terapeuta pressiona com o seu polegar sobre o osso escafóide e realiza passivamente no paciente um desvio de ulnar para radial.  Sinais e sintomas: em caso de instabilidade do osso escafóide da mão, essa manobra irá ocasionar um estalido doloroso ao paciente.  Teste de cisalhamento ou teste de Reagan ou Kleinman  Posição do paciente: sentado ou em pé, de frente para o examinador, com o cotovelo fletido a 90º e punho em posição neutra e supinado.  Descrição do teste: o terapeuta deverá segurar firmemente entre o seu polegar e indicador o osso semilunar e com a outra mão desloca os ossos: piramidal e pisiforme dorsalmente.  Sinais e sintomas: quando o terapeuta impõe forças de cisalhamento entre o semilunar e o piramidal, ruídos característicos e dor poderão aparecer em indivíduos que apresentarem instabilidade semilunar-piramidal.  Teste de Froment  Posição do paciente: sentado, com ambas as mãos segurando um papel entre a borda radial do indicador e o polegar.  Descrição do teste: o terapeuta segura uma folha e instrui ao paciente para realizar o mesmo procedimento, segurando a folha entre os seus dedos, indicador e polegar. A incapacidade de manter a folha entre a borda radial do indicador e do polegar fará com que o paciente faça uma flexão da falange distal para segurar o papel.  Sinais e sintomas: o terapeuta traciona a folha e observa a reação do paciente. Em caso de paralisia do nervo Ulnar, o polegar irá realizar uma flexão distal de sua falange e o teste será positivo, pois o músculo adutor do polegar é inervado pelo nervo ulnar enquanto que o músculo flexor longo do polegar é inervado pelo ramo do nervo mediano.  Teste de Bunnell-Littler Posição do paciente: sentado, com a mão estendida sobre a maca. Descrição do teste: o terapeuta segura firmemente a mão do paciente e mantendo a articulação metacarpofalangeana em extensão, realiza a flexão da interfalangeana proximal. Caso consiga realizar a máxima flexão dessa articulação será sinal de que não há hipertonia dos músculos intrínsecos da mão.  Sinais e sintomas: caso o terapeuta não consiga realizar a flexão nas articulações interfalangeanas proximais, significa que o paciente está com uma hipertonia da musculatura intrínseca da mão.  Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.br Acesso em: 14/08/2013
Ombro • Artroscopia • Luxação • Lesão do manguito rotador • Prótese de ombro para artrose. • Cirurgias Saiba mais sobre essas patologias: Ombro do Nadador - Lesões do Manguito Rotador  O manguito rotador é formado pelos músculos o supra espinhal, infra espinhal, redondo menor e subescapular, e tem como funções principais a estabilização do ombro e auxiliar na dinâmica escapulo-umeral. A ativação do manguito rotador é essencial em movimentos amplos como elevação do braço acima da altura da cabeça, comum em esportes que envolvem arremessos ou saques e também na natação.  Quando estes movimentos são realizados de forma repetitiva, causando fadiga muscular, ou com a técnica inadequada, podem ocasionar lesões como tendinites (principalmente do músculo supra espinhal), bursite, subluxação anterior da cabeça do úmero e lesão do lábio glenoidal.  Entretanto, a lesão mais comum em trabalhadores ou atletas que utilizam muito o movimento de flexão ou abdução de ombro juntamente com rotação medial é a síndrome do choque do manguito rotador. Por ser um movimento frequente na natação (principalmente no nado livre, costas e borboleta), a síndrome também é conhecida como "ombro do nadador", e acomete cerca de 50% dos nadadores profissionais.  Estes casos envolvem dor e hipersensibilidade da região do ombro, que pioram com a rotação do mesmo. Existem algumas teorias sobre a causa da síndrome: devido a fatores genéticos, indivíduos com espaço muito estreito entre o acrômio e a cabeça do úmero podem ter os tendões do manguito rotador e a bolsa sinovial apertados cada vez que o braço é elevado, causando friccionamento e desgaste destas estruturas.  Outra teoria diz respeito à inflamação do tendão do supra espinhal por estiramento repetido. Desta forma, os músculos do manguito não conseguem manter a cabeça do úmero dentro da cavidade glenoidal e o músculo deltóide acaba provocando um desvio superior da cabeça do úmero sempre que realiza a abdução, resultando em choque e desgaste do tendão do supra espinhal.  A terceira possibilidade é que o músculo serrátil anterior, responsável por posicionar a escápula em rotação durante a abdução do úmero, pode ficar fatigado, deixando de rodar a escápula como necessário, limitando o movimento de abdução e causando o choque.  O tratamento desta síndrome é geralmente conservador, com analgesia e cinesioterapia (exercícios específicos). Porém é essencial prevenir este tipo de lesão, realizando trabalhos de flexibilidade, estabilização escapular e correção do gesto esportivo, ministrados pelo técnico esportivo, juntamente com um fisioterapeuta. Articulação do Ombro  É uma luxação comum nos adultos e pode ocorrer como resultado de choque direto ou, mais frequentemente, de choque indireto. Este choque indireto pode ocorrer de uma queda sobre a mão em hiperextensão, tende a produzir uma luxação anterior na qual a cabeça do úmero é deslocada para frente e a seguir fica na fossa infraclavicular logo abaixo do processo coracoide (luxação subcoracoide). A primeira pode ser resultado de um choque direto na região anterior do ombro ou como consequência de uma convulsão epiléptica, que pode produzir uma luxação posterior, em que a cabeça do úmero é deslocada para trás e pode ficar abaixo da espinha da escápula na fossa infraespinhosa (luxação subespinhosa).  A luxação deve ser reduzida o mais breve possível, pois além da dor intensa e da perda da função, pode provocar mais danos em virtude ao estiramento prolongado dos tecidos.  Se o paciente é idoso, há outro tipo de tratamento. O paciente idoso fica com o braço em repouso em uma grande tipoia ou colar e mantido por alguns dias, já o paciente jovem pode ser enfaixado com uma bandagem torácica por 2-3 semanas, tendo em vista o perigo de luxação recidivante.  Complicações:  Lesão do nervo axilar: é mais provável ocorrer em uma luxação anterior que na posterior e resulta em paralisia do deltoide e perda da sensibilidade em pequena área na região lateral do braço. Isso ocorre por causa do estiramento que causa uma axonotmese ou a pressão que resulta em neuropraxia, esta se recupera em poucas semanas, mas a axonotmese demora mais tempo, pela presença de processo degenerativo.  Fratura associada: a luxação pode ser acompanhada por fratura do tubérculo maior  Luxação recidivante: em alguns casos, a lesão provocada pela luxação não cicatriza e pode ocorrer nova luxação. A seguir, outras luxações são prováveis e com frequência crescente, embora a lesão de início possa ser muito leve. O dano envolve a cápsula rota a partir da margem anterior da cavidade glenoide e a superfície articular da cabeça do úmero apresenta uma depressão póstero-lateralmente. Esta luxação recidivante ocorre mais frequente nos jovens, porque se o trauma inicial é mais grave e, se eles continuarem a praticar esportes ou forem ativos, um pequeno trauma pode dar origem a outra luxação.  Se a reluxação é frequente e prejudica as atividades normais do indivíduo, então se aconselha a cirurgia.  Fisioterapia:  Difere de acordo com a idade do paciente.  - Pacientes idosos: o mecanismo que causa a luxação pode ser relativamente simples, pois os músculos podem ser mais fracos na pessoa idosa e o manguito rotador pode não proporcionar a mesma estabilidade à articulação do ombro, como na pessoa jovem. Nesses casos, o dano no tecido mole pode não ser tão extenso e o tratamento deve começar no dia seguinte àquele em que a luxação foi reduzida.  No 1o ou 2o dia de tratamento, deve-se concentrar no movimento dos dedos, punho, cotovelo e cintura escapular. Às vezes, o calor e a massagem podem ajudar no relaxamento e possibilitam ao paciente iniciar os movimentos suaves do ombro.  É mais fácil começar com flexão/extensão e deixar a rotação por último. É importante dar ênfase na restauração do arco de movimento e da função, pois muitas pessoas idosas desenvolvem ombro rígido se a mobilização não for precoce.   - Pacientes jovens: não há o mesmo risco de desenvolver ombro rígido no jovem como acontece no idoso, e o ombro pode permanecer enfaixado junto ao tórax para permitir a cicatrização dos tecidos moles.  Isso pode ajudar a diminuir o risco de uma luxação recidivante se as lesões não forem muito intensas. Durante esse tempo, o paciente deve ser orientado para realizar contrações estáticas nos músculos ao redor do ombro.  Eliminado o enfaixamento, o fisioterapeuta pode encontrar um arco de movimento bastante bom, é importante reforçar os adutores e os rotadores mediais.  A reabilitação final depende das necessidades do indivíduo. Os pacientes que retornam à atividade física, seja no trabalho seja nos esportes competitivos, podem precisar de um programa intensivo com ênfase especial sobre o desenvolvimento de potência muscular e todo o arco de movimento.  Os pacientes submetidos à cirurgia para luxação recidivante podem ter o ombro imobilizado por três ou quatro semanas. Depois disso o paciente precisa de um programa de reabilitação para reassumir o arco de movimento, a potência muscular e a função total.  Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.br Acesso em: 14/08/2013
Quadril • Prótese de quadril • Lesões • Tratamentos do Quadril • Artroscopia e lesao labral • Cirurgias Saiba mais sobre essas patologias: Lesões e Tratamentos do Quadril  Devido sua localização, seu desenho e a sua função, a articulação do quadril transmite cargas verdadeiramente altas, com propriedades elásticas e compressivas. Elas podem atingir até oito vezes o peso do corpo, o que foi demonstrado nesta articulação durante uma corrida, com cargas bem maiores durante uma competição atlética.  Felizmente, sob condições normais, as estruturas anatômicas do quadril envolvidas neste exemplo são totalmente adaptadas para dissipar estas forças. Além de fornecer estabilidade, esta junta permite um grau muito elevado de mobilidade. Desta maneira, atividades que envolvam o quadril, deverão estabelecer um equilíbrio fino, entre a mobilidade e a estabilidade.  Qualquer desequilíbrio entre estas duas variáveis poderá deixar a articulação e os tecidos periarticulares, propensos a lesões, bem como ocorrer síndromes impactantes ou disfunções articulares. Visto que a articulação do quadril também é uma fonte comum de sintomas referidos de outras regiões, seu exame não deverá ser realizado de forma isolada; pois, além disso, sempre estará envolvida uma avaliação complementar da coluna lombar, da pelve e do joelho.  As lesões no quadril, pelve e região inguinal são muito frequentes no esporte, acredita-se que a incidência dessas lesões seja superior à relatada na literatura. O diagnóstico é difícil, pois os sinais e sintomas clínicos não são usuais, além disto, requerer um grande conhecimento da anatomia local e de suas patologias.  As lesões esportivas mais comuns nessa região são as contusões, lesões musculotendinosas (principalmente de adutores e iliopsoas), lesões na articulação sacro-ilíaca, lesões osteocondrais e osteíte púbica (pubalgia). Outras lesões que podem ocorrer no atleta, porém menos comuns, são lesões do lábio acetabular (quadril) e fraturas por estresse ou por avulsão. As disfunções na articulação sacro-ílíaca merecem destaque, por serem comuns aos ciclistas e atletas corredores e saltadores, são muitas vezes a causa das dores lombares que acometem esses atletas.  Essas disfunções ocorrem devido a alterações biomecânicas (má posturas), traumas repetitivos indiretos ou trauma direto (como cair em pé sobre uma perna só). Muitas vezes, a lesão da sacro-ilíaca pode estar relacionada com algumas destas patologias citadas acima, pois a pelve, o quadril e a coluna lombar são interligados e não podem ser vistas como estruturas separadas, e sim como partes de um todo.  As dores decorrentes desta disfunção podem ser bem localizadas (bem acima dos glúteos, afastada da coluna cerca de 2 a 3 dedos) ou na região lombar. Irradiam-se tipicamente, para a região posterior da coxa (podendo ser confundida com a dor isquiática), para a região do quadril e da virilha. É comumente confundida também com hérnia ou protrusão discal, distensão muscular, tendinites e bursites.  Segue algumas situações em que podemos exemplificar a dor do atleta: durante a atividade, principalmente durante o impacto do pé no chão; dor e dificuldade de cruzar as pernas, ao colocar o tênis; ele pode relatar ter a sensação de ter uma perna mais curta que a outra; queixa de dor e\ou estalido ao entrar e sair do carro, ou quando senta e levanta da cadeira. O diagnóstico é difícil de ser fechado, muitas vezes o atleta já passou por vários médicos, e obteve vários diagnósticos diferentes, sem de fato descobrir a origem de sua dor, que pode vir até ser incapacitante. Luxação congênita do quadril Etiologia e Patogenia  É um defeito mais frequente em meninas, caracterizado pela perda de contatos normais entre a cabeça do fêmur e o acetábulo, com a cabeça se luxando progressivamente e com maior frequência para trás (ântero-versão da bacia e rotação interna do membro).  Deve-se com maior frequência às más formações congênitas hereditárias do acetábulo e/ou da cabeça do fêmur (coxa valga), da cápsula e dos ligamentos. Pode ser unilateral ou bilateral. A gravidade poderá apresentar-se em três etapas no nascimento: um quadril simplesmente frouxo, um quadril luxável e instável (sinal de Barlow) e um quadril luxado.  Associado ao conhecimento dos antecedentes familiares e das condições mecânicas obstétricas, e à pesquisa de problemas posturais associados, uma pesquisa sistemática por ocasião dos exames neonatais dos sinais clássicos (limitação da abdução, sinais de Nelaton, de Ortolani ou de Hoffa, confirmados por RX) e um diagnóstico precoce devem permitir a aplicação de um tratamento simples de abdução não forçada (manutenção das coxas em abdução ou gesso de abdução progressiva) com frequência é suficiente.  A incidência aponta uma ocorrência de uma luxação congênita do quadril (LCQ) para cada 700 nascidos.  Tratamento  O tratamento é basicamente ortopédico, e era utilizado o método de Lorenz de redução manual sob anestesia, seguido de imobilização gessada em três tempos, foi abandonada devido ao risco de osteocondrites.  Já o método de Sammerville é de tração lenta e progressiva para fazer com que a cabeça desça ao nível do acetábulo e ligá-la corretamente no acetábulo, evitando a osteocondrite femural. Este método obedece a três grandes princípios: lentidão, progressividade e controle. Passando por diferentes etapas:  • 45 dias - tração longitudinal c/ progressividade;  • Três a quatro meses - gesso pélvico-podálico em abdução, rotação interna do quadril e flexão do joelho;  • Cirurgia complementar de correção femural ou de acetábulo.  • Após aproximadamente oito meses: O resultado é normalmente bom.  Tratamento fisioterápico  • Durante tração e durante o gesso:  - Evitar a posição sentada, controlar as lesões cutâneas e os edemas;  - Fazer exercícios respiratórios e de manutenção da mobilidade articular e da força dos membros superiores.   • Gesso de abdução com quadris livres:  - Mobilização passiva, sem dar em flexão, extensão abdução e rotação interna;  - Colocar o paciente em decúbito ventral 1h por dia.   • Após a retirada do gesso:  - Recuperar a amplitude articular; - Tonificar o músculo glúteo médio;  - Modelar reciprocamente o núcleo cefálico e do acetábulo pela imobilização;  - Posicionamento manual suave;  - Hidrocinesiologia;  - Mobilização passiva, suave, mais ativa assistida depois ativa do quadril, joelho e pé;  - Fortalecer os músculos glúteos médio, psoas, glúteo máximo, quadríceps, tríceps, ísquios tibiais; - Fortalecer o pé.   Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.brAcesso em: 14/08/2013
Joelho • Lesão de ligamento • Artroscopia • Lesão de menisco • Artrose • Ligamento • Prótese • Cirurgias Saiba mais sobre essas patologias: Lesões do joelho  "O joelho é uma articulação de extrema importância, sendo composto pelos ossos da coxa (fêmur) e da perna (tíbia), além da patela (antigamente chamada de rótula). A junção desses ossos depende de estruturas de suporte, como ligamentos, a cápsula da articulação e os meniscos, que garantem a estabilidade da mesma".  Os meniscos são pequenas estruturas em forma de disco, que possuem as funções de absorção de impactos, permitir que os ossos se articulem adequadamente e aumento da estabilidade da articulação. Em cada joelho encontramos dois meniscos.  Os ligamentos são estruturas que funcionam também para dar estabilidade à articulação, limitando alguns movimentos e impedindo que os ossos saiam de seu lugar normal.  As lesões de joelho são bastante comuns em indivíduos que praticam esportes, e que estão submetidos a exercícios que levam a impacto importante nessa articulação. O sofrimento crônico da articulação pode levar a dor, desgaste, problemas para andar, entre outros. Por isso, é importante que as pessoas que pretendem praticar exercícios procurem orientação médica/fisioterapêutica antes e durante essa prática, de forma a evitar complicações futuras.  As lesões de menisco são raras na infância, ocorrendo principalmente no final da adolescência, com pico na terceira e quarta décadas de vida. A principal causa é o trauma ("acidentes agudos") da articulação, porém, após os 50 anos de vida deve-se principalmente a artrite do joelho.  O menisco pode apresentar vários tipos de lesão: rupturas parcial, total e complexas. Além disso, a ruptura do menisco pode ocorrer sozinha ou associada à ruptura de ligamento. O indivíduo, geralmente, conta uma história de queda, rotação do joelho ou outro trauma, sente dor no joelho, apresenta-se mancando e a articulação mostra crepitações (barulhos, estalos) e limitação do movimento (o joelho não consegue se mover em todas as direções na amplitude normal).  Nos casos de lesões leves e em que o paciente não está sentindo nenhum sintoma, não é necessária cirurgia. Já nos casos de dor persistente, pode ser realizado um exame chamado artroscopia. Nesse exame, um aparelho é introduzido na articulação e permite que o médico veja diretamente as lesões presentes. Durante o exame, pode ser feito o tratamento, com retirada da parte rompida do menisco.  A recuperação total da função do joelho ocorre em 4-6 semanas. As lesões de algumas partes do menisco não precisam ser retiradas, pois elas recebem bastante sangue da circulação, e isso facilita a cicatrização da ruptura. Já as grandes rupturas exigem o reparo. Em alguns casos, é necessário também a reconstrução de um ligamento do joelho, para ajudar na estabilização da articulação e impedir que o joelho adquira uma movimentação anormal.  Sabe-se que a retirada do menisco, em idade precoce, está associada a um risco maior de osteoartrite em idade mais jovem. Uma alternativa, que previne essa complicação, é o transplante de menisco, que leva a bons resultados.  No futuro, outros tratamentos poderão permitir a regeneração do menisco. Os ligamentos trabalhem em conjunto com os meniscos, e freqüentemente nas lesões agudas, ocorre comprometimento de mais de uma estrutura.  Nas lesões de ligamentos, podemos observar estiramento com ou sem instabilidade do joelho ou ruptura completa do mesmo. Essas lesões acontecem muito comumente em atividades esportivas, quando o pé está fortemente apoiado no chão e a perna sofre uma rotação brusca.  O indivíduo pode sentir o estiramento/ruptura do ligamento, e é incapaz de continuar a atividade que estava praticando. Alguns ligamentos são lesados mais freqüentemente do que outros, e cada um requer um tipo específico de tratamento. O paciente apresenta forte dor e pode mostrar também espasmos musculares. Em alguns casos, há derramamento de sangue dentro do espaço da articulação, uma situação chamada hemartrose.  O médico sempre deve pesquisar uma possível lesão de menisco associada. Existe também a possibilidade de o comprometimento do ligamento ser crônico e o indivíduo conta que o joelho às vezes não completa o movimento. Freqüentemente, nesses casos, esses pacientes não procuram o médico logo que os sintomas iniciam-se, mas quando surgem outros sintomas como fraqueza muscular e piora da capacidade para andar.  O tratamento indicado, como já dissemos, vai depender do ligamento lesado e da gravidade da lesão. Pode ser necessária reconstrução cirúrgica, especialmente em atletas. O processo de reabilitação, após a cirurgia, é de extrema importância para garantir a mobilidade completa da articulação. A grande maioria dos casos atinge recuperação completa ou quase completa da movimentação normal do joelho.  O deslocamento de patela é uma importante causa de hemartrose e deve sempre ser pesquisado nos casos de trauma agudo do joelho. Essa lesão ocorre quando o joelho está dobrado e a perna sofre uma força de "rotação para fora".  É mais comum em mulheres, na segunda década de vida. O indivíduo relata que a patela (rótula) deslocou "para fora", ou então pode falar que o restante do joelho deslocou "para dentro". Porém, geralmente, o deslocamento só é visualizado na hora em que ocorre, pois a redução (ou seja, a volta da patela para seu lugar normal) ocorre quando a pessoa estica a perna.  Quando o médico examina o joelho, o paciente vai queixar dor e desconforto quando a patela é movimentada ou quando o joelho é dobrado. Existem várias formas de tratamento para essa lesão, incluindo imobilização imediata associada a exercícios para fortalecimento muscular, imobilização com gesso por 6 semanas seguida de reabilitação, cirurgia, etc.  É importante que se faça um estudo da presença de possíveis fatores predisponentes. Se o deslocamento ocorrer novamente, é necessário fazer um realinhamento da patela.  A ruptura de tendões dos músculos da coxa e da patela pode resultar de uma contração muscular excêntrica, como ocorre, por exemplo, quando um atleta tropeça e tenta não cair.  A ruptura do tendão do músculo quadríceps (músculo da coxa) ocorre mais freqüentemente após os 40 anos de idade. Geralmente, o tendão apresenta algumas alterações degenerativas, o que reforça a hipótese de que tendões normais não se rompem. Raramente, ocorre nos dois membros inferiores. A principal característica é que o paciente não consegue esticar a perna e, quando isso é tentado, observa-se a formação de um "buraco" logo acima da patela.  O tratamento é cirúrgico.  A ruptura do tendão da patela ocorre em indivíduos com menos de 40 anos de idade. O paciente não consegue esticar a perna, ativamente. A patela encontra-se deslocada para cima e pode-se sentir um defeito abaixo dela. O tratamento também é cirúrgico. Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.brAcesso em: 14/08/2013
Coluna • Hérnia de disco • Escoliose • Cirurgias Saiba mais sobre essas patologias: Hérnia de Disco Um disco é uma estrutura colocada entre duas vértebras. O disco possui uma área central gelatinosa (núcleo pulposo) circundada por um anel, que mantém esse núcleo no seu interior. O núcleo gelatinoso funciona como um amortecedor.  Devido a fatores como seu envelhecimento (degeneração), o anel às vezes se rompe e permite a saída de parte do núcleo. Esse material gelatinoso comprime a raiz nervosa e provoca os sintomas da hérnia de disco.  A maioria das hérnias de disco ocorrem na região lombar, mas também existem hérnias da região torácica e cervical. A Hérnia de disco pode ser assintomática ou provocar dor de moderada e leve intensidade até dor muito forte e incapacitante.  Algumas hérnias de disco podem ser tratadas sem a necessidade de cirurgia, no entanto é necessário avaliar o tipo de hérnia. Existem diversos hospitais que realizam a cirurgia de hérnia de disco.  As seqüelas podem variar desde desvios ao andar, perda parcial dos movimentos até impotência sexual. Hérnias de disco extrusas (hérnias em estado mais avançado da patologia) podem ser tratadas também com fixação por implantes, as chamadas artrodeses. E também com um tratamento mais novo conhecido como fixação dinâmica, ou próteses de disco, nas quais se preserva a mobilidade de articulação. Escoliose Escoliose é uma deformidade da coluna vertebral, identificada quando há uma curvatura dupla na coluna, conhecida como em (S) ou curva simples, para um dos lados direito ou esquerdo, conhecida com curva em (C).   Em mais da metade as causas da escoliose são desconhecidas (idiopáticas), mas podem também ser congênitas quando oriundas de uma má formação ou neuromuscular (por sequelas).  Não existem sintomas claros, é bem comum ser descoberta na adolescência devido as primeiras alterações estruturais, já na fase adulta pode desencadear dor.  O tratamento da postura é feito de acordo com a avaliação médica, por meio da radiografia e vai desde o uso de colete até a cirurgia reparadora, de acordo com os graus de curvatura e idade que foi descoberto.  Uma das indicações médicas é quanto a natação, normalmente indicada na fase de crescimento e em conjunto com o uso do colete e o tratamento fisioterápico corrigi e até segura a progressão da curvatura da coluna vertebral.  Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.br Acesso em: 14/08/2013
PILATES
R.P.G.
RAIO-X
MASSAGEM TERAPÊUTICA
ACUPUNTURA
FISIOTERAPIA (Segunda à sexta das 7:00 às 17:30) A Fisioterapia ortopédica visa tratar disfunções osteomioarticulares e tendíneas resultantes de traumas e fraturas e suas consequências imediatas e tardias, lesões por esforços repetitivos e patologias ortopédicas. São utilizados recursos eletrotermofototerápicos, terapia manual e cinesioterapia na reabilitação dos pacientes.  É a área mais comum associada a esta profissão, que engloba lesões esportivas, o desgaste, bem como pequenos e grandes traumas, pós-condições cirúrgicas e doenças congênitas.  Para a fisioterapia ortopédica dar resultado, é preciso utilizar recursos terapêuticos como eletroterapia, terapia manual, fortalecimento muscular, alongamento muscular, treino sensório motor e por fim retorno às atividades.  Indicações: - Entorses; - Contraturas; - Tendinites; - Bursites;- Pré e Pós Operatório; - Problemas de Membros Superiores: Ombro, Cotovelo, Punho e Mão; - Problemas de Membros Inferiores: Quadril, Joelho, Tornozelo e Pé.
FISIOTERAPIA
RAIO-X A radiografia é uma imagem de raios-X obtido por colocação de uma parte do corpo do paciente em frente de um detector de raios X e, em seguida, iluminando-a com um impulso curto de raios-X.  Os ossos contêm muito cálcio, que contribui tornando-os claramente visíveis na radiografia. Os pulmões e o gás aprisionado também mostram-se claramente por causa da menor absorção em comparação com o tecido, enquanto as diferenças entre os tipos de tecidos são mais difíceis de visualizar na radiografia.  As radiografias são úteis na detecção de patologias do sistema esquelético, bem como para a detecção de alguns processos de doença em tecidos moles. Alguns exemplos são o raios X do peito, muito comum, que pode ser usado para identificar as doenças pulmonares, tais como pneumonia, cancer pulmonar ou edema pulmonar, e do abdominal (ou intestinal), que pode detectar no intestino, obstrução, ar isento ( a partir de perfurações viscerais) e líquido livre (em ascite). Os raios X podem também ser utilizados para detectar a patologia, tais como os cálculos biliares ou pedras nos rins, que são muitas vezes, mas nem sempre, visíveis. Fonte: wikipedia
REEDUCAÇÃO POSTURAL GLOBAL O QUE É R.P.G.? A Reeducação Postura Global, mais comumente designada por suas iniciais R.P.G., é um método de tratamento fisioterapeutico criado por Fhilippe Emmanuel Souchard em 1981, na França, que tem como objetivo tratar a dor e desconfortos mais freqüentemente causados por erros da postura e patologias músculoesquelético (doenças relacionadas ao sistema dos músculos, ossos, tendões e articulações).  O método R.P.G parte do sintoma até chegar à causa da dor ou de um problema no sistema músculo-esquelético como desvios ou erros posturais. Portanto, trata o indivíduo e não a patologia (doença), pois cada pessoa tem sua própria resistência à agressão, bem como a sua própria maneira de reagir a ela.  Ao adotarmos posturas erradas por tempo prolongado podem-se acarretar alterações posturais, causando enrijecimento das articulações e encurtamento dos músculos. Esses defeitos nas nossas estruturas podem causar alterações nas curvaturas normais da coluna vertebral, tornando-a mais sujeitas às tensões mecânicas e traumas.  Enfim, o tratamento através da R.P.G. tem como objetivo principal fazer com que o paciente conscientize-se e, portanto, adote as posturas corretas, seja no trabalho, nas práticas desportivas e nas atividades da vida diária.  TRATAMENTOS:  • HÉRNIA DE DISCO; • ESCOLIOSE (DESVIOS LATERAIS DA COLUNA); • LOMBALGIAS; LOMBOCIATALGIAS (QUANDO HÁ COMPROMETIMENTO DO NERVO CIÁTICO); • HIPERLORDOSE E HIPERCIFOSE (CURVATURAS NORMAIS DA COLUNA QUE SE ECONTRAM ACENTUADAS); • MIALGIAS (DORES MUSCULARES), ARTRALGIAS (DORES ARTICULARES); • NAS LERS (LESÃO POR ESFORÇO REPETITIVO); • NA PREPARAÇÃO DESPORTIVA; • NA PREPARAÇÃO PRÉ E PÓS-PARTO; • CEFALÉIA TENSIONAL (DORES DE CABEÇA); • ARTROSE; • BURSITES; • TENDINITES; • LESÕES ARTICULARES, MUSCULARES E TENDÍNEAS DOS MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES; • MELHORA DE PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS COMO ASMA E BRONQUITE; • NA RIGIDEZ ARTICULAR CORRIGIR AS COMPENSAÇÕES POSTURAIS, OS ERROS DE POSTURA E A FLEXIBILIDADE; DESVIOS DOS JOELHOS (GENO VARO E GENO VALGO); • PÉ PLANO (PÉ CHATO) E PÉ CAVO (EXCESSO DA CURVATURA INFERIOR DO PÉ).  COMO É A SESSÃO DE R.P.G.?  O R.P.G é um tratamento individual, personalizado, ativo e progressivo, que engloba um trabalho conjunto entre fisioterapeuta e paciente, aliado a um colltrolte específico da respiração, bem como de contrações específicas de determinados músculos e de "microajustes" em alongamento numa série de posturas suaves e progressivas (em pé, sentada, deitada). Uma avaliação corporal e de hábitos é feita antes de cada tratamento visando a abordagem eficaz do fisioterapeuta para uma melhor recuperação e qualidade de vida do paciente. O número de sessões varia de acordo com cada patologia.  Fonte: OMS
MASSAGEM TERAPÊUTICA A massagem terapêutica promove a nutrição dos sete tecidos do corpo. Ao friccionar, comprimir e pressionar a musculatura e ao manipular os pontos de pressão, se intensifica a circulação do sangue, da linfa e dos hormônios, que por sua vez, fortalece o sistema nervoso e imunológico, retardando o envelhecimento.  Os sete componentes do corpo humano são: 1 - Rasa (fluídos, hormônios, linfa) 2 - Rakta (sangue) 3 - Mansa (carne, músculos e pele) 4 - Medha (gordura) 5 - Asthi (ossos e dentes) 6 - Majja (medula) 7 - Shukra (sêmen) A massagem tem como objetivo prevenir desequilíbrios de ordem física, emocional, mental e espiritual.
ACUPUNTURA O QUE É ACUPUNTURA? A acupuntura pode ser definida como um conjunto de procedimentos terapêuticos que visam introduzir estímulos em certos lugares anatomicamente definidos, obtendo uma resposta do organismo na recuperação da saúde, na prevenção das doenças, na melhora da imunidade e na promoção de analgesia (tirar a dor).  MECANISMO DE AÇÃO A acupuntura estimula terminações nervosas livres presentes na pele e músculos, enviando sinais para o cérebro, de onde são liberadas substancias que causam analgesia bloqueando a propagação dos estímulos dolorosos que são enviados para o cérebro, proveniente de alguma lesão ou disfunção, e conseqüentemente, impedindo sua percepção.  COMO É UMA SESSÃO DE ACUPUNTURA? Na primeira consulta busca-se estabelecer o diagnóstico onde os pontos são selecionados de acordo com o diagnóstico. Após a limpeza do local (pele), as agulhas "descartáveis" são inseridas de forma indolor e deixadas no local, sendo retiradas após alguns minutos.  QUAL A FREQUÊNCIA DO TRATAMENTO? Normalmente a freqü.ncia é de uma vez por semana, porém cabe ao acupunturista estabelecer tal freqü.ncia mediante a gravidade do quadro. A duração do tratamento depende do tempo da doença: quanto mais recente, mais rápido o resultado. Em alguns casos algumas doenças respondem mais rapidamente que outras.  AS AGULHAS PODEM PERMANECER NA PELE APÓS A SESSÃO? Sim, em alguns casos, deixa-se uma agulha pequena coberta com micropore no período entre uma sessão e outra, para que haja estímulo do ponto durante todo esse tempo. A agulha de demora, como é chamada, pode ser molhada, recomendando-se que seja retirada ao primeiro sinal de incômodo.  QUANDO POSSO INTERROMPER O TRATAMENTO? Geralmente a alta acontece na ausência dos sintomas que levaram o paciente ao consultório médico, portanto, cabe ao médico solicitante a determinação da alta do tratamento.  A ACUPUNTURA PODE TRANSMITIR DOENÇAS? A acupuntura, como qualquer método invasivo, requer conduta de seguir as regras básicas de esterilização. O uso de material esterilizado e individualizado associado à assepsia (limpeza) adequada do local de aplicação reduzem a zero os riscos de contaminação ou de transmissão de doenças tais como hepatite C e AIDS.  A SEGURANÇA DO PROCEDIMENTO Desde que realizada por profissional capacitado, devidamente regulamentado e com formação na área da saúde, a acupuntura é um procedimento desprovido de efeitos colaterais. Em todos os casos, o paciente deve manter seu médico informado sobre os medicamentos de que faz uso, se está ou suspeita estar grávida, ou se usa marca-passo cardíaco ou implantes estéticos.  RECONHECIMENTO A Organização Mundial de Saúde (OMS) editou uma lista com 41 doenças que apresentaram excelentes resultados com o tratamento de acupuntura. No Brasil, foi reconhecida como especialidade médica em agosto de 1995, e está inserida no atendimento prestado pelo SUS desde o ano de 1988.  Fonte: OMS
PILATES Pilates é um método de alongamento e exercícios físicos que se utilizam do peso do próprio corpo em sua execução. É uma técnica de reeducação do movimento, composto por exercícios profundamente ali-cerçados na anatomia humana, capaz de restabelecer e aumentar a flexibilidade e a força muscular, melhorar a respiração, corrigir a postura e prevenir lesões.  Criado em 1920 pelo alemão Joseph Pilates, tem como base o princípio de "mente Sã e corpo São". Joseph criou uma atividade física baseada em seis princípios básicos: respiração, concentração, controle, alinhamento, centralização e integração de movimentos.
PATOLOGIAS E SEUS   TRATAMENTOS
Osteoporose e sua prevenção
BOLETIM INFORMATIVO
Exercício e qualidade de vida  Para estar e manter-se em forma, é preciso se exercitar regularmente. Os exercícios fortalecem o coração, capacitando-o para bombear mais sangue em cada batimento, aumentando assim a quantidade máxima de oxigênio que o corpo pode obter e utilizar.  O exercício beneficia o corpo de muitas outras maneiras: o estiramento pode aumentar a flexibilidade, os exercícios com pesos fortalecem os ossos e ajudam a prevenir a osteoporose, e o exercício também ajuda a prevenir a prisão de ventre. Também é útil para evitar e controlar algumas formas de diabetes, baixar a pressão arterial e reduzir a ansiedade, a gordura corporal e os valores do colesterol total e das lipoproteínas de baixa densidade (LDL).  Fonte: Manual Merck
Uma vida mais saudável
Exercicio e qualidade de vida
Osteoporose e sua prevenção  Osteoporose é uma diminuição progressiva da massa óssea, que faz com que os ossos se tornem mais frágeis e propensos às fraturas. O organismo requer o fornecimento adequado de cálcio e de outros minerais para manter a densidade dos ossos.  Deve também produzir as quantidades convenientes de hormônios. Outra questão é o consumo adequado de vitamina D, que absorve o cálcio dos alimentos e o incorpora nos ossos. Quando o organismo não é capaz de regular o conteúdo mineral dos ossos, estes perdem densidade e tornam-se mais frágeis, provocando a osteoporose.  É uma doença que não produz sintomas num primeiro momento devido à lenta diminuição da densidade óssea. Pode aparecer dor e deformações quando a redução da densidade óssea é tão importante que os ossos se esmagam ou se fraturam. O diagnóstico pode ser feito antes que aconteça uma fratura, ele se dá por meio de exames que medem a densidade dos ossos como a densitometria óssea.  A prevenção é mais eficaz que o tratamento e consiste em manter ou aumentar a densidade óssea por meio do consumo da quantidade adequada de cálcio, da prática de exercícios e, em alguns casos, da administração de medicamentos. Fonte: Manual Merck
Uma vida mais saudável em um mundo modernizado Em um mundo contemporâneo e modernizado é importante que se adote um estilo de vida mais ativo, como participar de programas específicos que atendam aos componentes necessários para o desenvolvimento orgânico e funcional de nosso corpo, e também hábitos alimentares mais saudáveis. O ministério da saúde aponta dicas para uma vida mais saudável. Os 10 passos para o peso saudável do Ministério da Saúde do Brasil. Com base na prevalência crescente do sobrepeso/obesidade no país, o Ministério da Saúde produziu os dez passos para o peso saudável dentro do Plano Nacional para a Promoção da Alimentação Adequada e do Peso Saudável cujos objetivos são: (1) aumentar o nível de conhecimento da população sobre a importância da promoção à saúde e de se manter o peso saudável e de se levar uma vida ativa; (2) modificar atitudes e práticas sobre alimentação e atividade física; (3) prevenir o excesso de peso. Os passos são: 1. Comer frutas e verduras variadas, pelo menos duas vezes por dia; 2. Consumir feijão pelo menos quatro vezes por semana; 3. Evitar alimentos gordurosos como carnes gordas, salgadinhos e frituras; 4. Retirar a gordura aparente das carnes e a pele do frango; 5. Nunca pular refeições: fazer três refeições e um lanche por dia. No lanche escolher uma fruta; 6. Evitar refrigerantes e salgadinhos de pacote; 7. Fazer as refeições com calma e nunca na frente da televisão; 8. Aumentar a sua atividade física diária. Ser ativo é se movimentar. Evitar ficar parado, você pode fazer isto em qualquer lugar; 9. Subir escadas ao invés de usar o elevador, caminhar sempre que possível e não passar longos períodos sentado assistindo à TV; 10. Acumular trinta minutos de atividade física todos os dias. Os sete primeiros passos estão relacionados à dieta e os três últimos ao incentivo a se ter uma vida mais ativa. Os passos relativos à dieta seguem uma orientação geral de várias instituições estrangeiras, com adaptações locais, como por exemplo, no caso brasileiro, a recomendação da ingestão de feijão pelo menos quatro vezes por semana. Uma expectativa de que quem a seguisse se tornaria mais saudável, ou seja, a mudança no hábito alimentar preveniria o aparecimento de doenças crônicas, pressuposto que vem sendo questionado por dados recentes.  Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.brAcesso em: 14/08/2013
Joanete
Lesão ligamentarA entorse é um estiramento ou ruptura de ligamentos, ou seja, uma lesão musculoesquelética, provocada por movimentos bruscos. A entorse do tornozelo é uma das lesões musculoesqueléticas mais frequentes na população ativa (atletas, principalmente das modalidades de vôlei, basquetebol e futebol). Outros fatores de risco relevantes são: alterações anatômicas nas estruturas dos membros inferiores, história pregressa de entorse, locais onde existem irregularidades no solo e tipo de calçado. Geralmente, as entorses são lesões benignas que se resolvem sem sequelas. Podem ser classificadas em grau I (dor e edema localizado nos tecidos moles, estiramento dos ligamentos, manutenção da função ligamentar e ausência de instabilidade mecânica); grau II (ruptura parcial de alguns ligamentos, perda funcional parcial, limitação para carga por causa da dor e instabilidade mecânica); grau III (ruptura completa de alguns ligamentos, edema exuberante, equimose, impotência funcional total). As lesões mais graves podem evoluir favoravelmente desde que sujeitas a uma abordagem terapêutica adequada. Os ligamentos são estruturas, que conectam um osso ao outro, constituídas por tecido conjuntivo denso modelado (fibroblasto, fibrócitos, substância fundamental amorfa escassa, predomínio de fibras colágenas dispostas em feixes paralelos) e cartilagem fibrosa (colágeno tipo I, escassa substância fundamental, condrócitos, fibroblastos, fibrócitos e pericôndrio ausente). Os feixes de colágenos primários se agregam em feixes maiores (secundários) que, por sua vez, são envolvidos por tecido conjuntivo frouxo e, externamente, por uma bainha de camada dupla de conjuntivo denso. Entre as camadas forma-se uma cavidade contendo um líquido que atua como lubrificante. Considerando a região do tornozelo, a estabilidade e a movimentação do mesmo se dão com o auxílio dos ligamentos. A movimentação do tornozelo ocorre, principalmente, no plano sagital com a flexão plantar e dorsal; no plano axial, com rotação interna e externa; e, no plano coronal, com varo e valgo. Apesar da relação da entorse com a lesão ligamentar, outras estruturas também podem estar envolvidas. A entorse acomete, geralmente, as estruturais laterais do tornozelo, que incluem os ligamentos colaterais laterais, as cápsulas das articulações subtalar e talocrural e o nervo fibular superficial. O estiramento ou ruptura dos ligamentos do tornozelo induz um processo inflamatório agudo caracterizado pelos sinais cardinais: dor, calor, rubor, edema (tumor) e perda de função. A lesão inicia-se com a ação do agente agressor que, nesta situação, trata-se de um agente mecânico que provoca estiramento ou ruptura do tecido. A agressão promove a ativação de células como, por exemplo, mastócitos e macrófagos teciduais, bem como as terminações nervosas livres que iniciam a liberação dos mediadores inflamatórios. A partir desses mediadores químicos, a reação é amplificada pela migração de leucócitos para o local da lesão. Na inflamação, a dor ocorre devido à ativação de receptores celulares ou à lesão direta às células ou aos componentes da matriz extracelular que provoca a liberação de mediadores químicos. Esses mediadores, também denominados de substâncias algiogênicas, se ligam aos nociceptores localizados nas terminações nervosas livres dos neurônios aferentes primários. Principais substâncias algiogênicas: Neuropeptídios (Substância P, Fator de Crescimento Neural, Peptídeo Geneticamente Relacionado à Calcitocina); Bradicinina, Prostaglandina E2, Interleucinas (IL) IL-1, IL-6 e Fator de Necrose Tumoral (TNF-a). Os outros sinais cardinais como, o rubor e o calor, estão relacionados aos processos de hiperemia ativa/passiva caracterizados pelo aumento do volume de sangue no leito capilar. Tal fenômeno é um resultado da vasodilatação arteriolar e venular. As principais substâncias vasodilatadoras presentes na fase inicial da inflamação são a histamina, substância P, bradicinina, óxido nítrico (NO), prostaciclinas, ADP e H+. Na fase tardia do processo inflamatório predominam as prostaglandinas E2 e I2. O edema, por sua vez, está relacionado à exsudação plasmática resultante do aumento da permeabilidade vascular (poros interendoteliais se tornam maiores), do aumento da pressão coloidosmótica intersticial e da hidrofilia da matriz (favorece a retenção da água fora do espaço vascular) e do aumento da pressão hidrostática do capilar (aumento do volume de sangue na microcirculação favorece o extravasamento de líquido do espaço vascular para o intersticial). As principais substâncias responsáveis pelo aumento da permeabilidade vascular incluem: histamina, bradicinina, anafilatoxinas (fragmentos C3a e C5a das proteínas do sistema do complemento), leucotrienos e proteínas catiônicas.E, por último, a perda da função está relacionada à dor, aos processos de lesão celular e/ou reparo inadequado do tecido. Além de todos os fenômenos descritos anteriormente, alguns mediadores químicos também estimulam a migração celular para o local da inflamação. A migração celular é mediada pela ação das citocinas pró-inflamatórias (principalmente, IL-1, IL-6 e TNF-alfa) que induzem a expressão de moléculas de adesão (selectinas e integrinas/receptores) pelas células endoteliais dos vasos sanguíneos que irrigam o local da inflamação; das quimiocinas, que contribuem para a quimiotaxia e exsudação celular seletiva; e dos fragmentos do complemento (especialmente, C3a e C5a) e fibrinopeptídeos que contribuem para a quimiotaxia. A migração leucocitária é caracterizada pelas seguintes etapas: marginação (deslocamento do leucócito da coluna central do sangue em direção à parede do vaso), adesão fraca (interação das selectinas), rolamento do leucócito no endotélio, adesão forte (interação das integrinas e quimiocinas), diapedese (saída do leucócito do espaço vascular para o interstício através da ligação de moléculas de adesão e liberação de metaloproteases). Tal fenômeno ocorre de forma mais evidente nas vênulas. No caso da entorse do tornozelo, nas primeiras 24 horas, o infiltrado inflamatório será constituído especialmente por neutrófilos (mediada pelas quimiocinas CXCL5, CXCL8). Posteriormente, os macrófagos também migrarão para o tecido (mediada pelas quimiocinas MCP1/CCL2 e MIP1a/CCL3) e podem, inclusive, predominar no infiltrado celular caso ocorra a cronificação do processo. Os neutrófilos e macrófagos migram para o tecido com a finalidade de remover células mortas como consequência da lesão uma vez que realizam fagocitose. Além da fagocitose, os macrófagos também são essenciais para a liberação mediadores que irão iniciar os processos de reparo tecidual - regeneração ou cicatrização. Conforme apresentado anteriormente, as entorses mais leves podem se resolver sem qualquer tipo de intervenção terapêutica. Com a progressão do processo inflamatório, as células iniciam a produção de substâncias anti-inflamatórias, como IL-10 e Fator de Transformação do Crescimento (TGF-beta) com o objetivo de inibir as ações lesivas dos mediadores pró-inflamatórios e, dessa forma, manter a homeostasia da reação. No entanto, na grande maioria das entorses, é necessária uma intervenção terapêutica com a finalidade de prevenir agravos, bem como minimizar a dor e o edema. A opção mais conservadora de tratamento consiste no método PRICE (proteção, repouso, gelo, compressão e elevação), utilização de anti-inflamatórios não esteroidais, imobilização e tratamento cinesioterapêutico. A ação multidisciplinar e multiprofissional (médico, fisioterapeuta, educador físico) permite a melhoria da dor e inflamação, reduz o tempo de terapia medicamentosa, promove a recuperação dos movimentos e da marcha, bem como o fortalecimento muscular para evitar novos traumas e outros tipos lesões decorrentes da entorse do tornozelo. É importante ressaltar que existem várias medidas profiláticas, como o uso de tornozeleiras, enfaixamentos, órteses, bandagens e realização de treinamento sensório-motor tanto em atletas saudáveis quanto naquelas pessoas que tiveram uma lesão anterior.  Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.br Acesso em: 14/08/2013
Lesão ligamentar
Pé plano e pé cavo
Pé plano O pé plano, vulgarmente chamado de pé chato é uma deformidade que provoca um enorme desperdício de energia, que mais cedo ou mais tarde cobrará seu preço. Até os três anos, o pé da criança tem um grau maior de mobilidade que o pé do adulto, em razão à maior elasticidade ligamentar peculiar do início da vida. Este fato, aliado ao alargamento da base de sustentação da criança no início da marcha, facilita a queda do calcâneo em valgo, fazendo com que o arco longitudinal desapareça.  O músculo tibial posterior é o principal responsável por esta condição, e ele já está fraco por falta de uso até o momento, fica com sua força mais diminuída ainda, em virtude ao desvio sofrido por sua inserção. As funções de sustentar o arco desaparecem. A clínica pode refletir um cansaço mais fácil aos esforços, uma dor na face medial e posterior da perna ou mesmo a falência total dos pés numa certa época da vida. Eles ficam rígidos, dolorosos e sem capacidade de exercer sua função primordial que é a marcha.   Outra situação dúbia é a queda fácil e frequente. O equilíbrio depende da maturidade do indivíduo, e nele participam visão, audição, coordenação motora, orientação espacial, esquema corporal e outros fatores de difícil "mensuração". Não é fácil, por isso, quantificarmos o papel do pé plano nessa condição.   O diagnóstico, portanto, é essencialmente baseado nos achados do exame físico. Os pés devem ser inspecionados com o paciente andando normalmente, correndo, andando nas pontas dos pés e nos calcanhares. Podendo utilizar também o podoscópio, indispensável para examinar o pé apoiado.  Tratamento  Os casos de pé chatos postural é indolor em crianças, em geral não requerem tratamento, mas é preciso aconselhar quanto ao uso do calçado adequado para que a criança mantenha os pés bem livres, andando descalça em solo irregular e limpo ou com calçados bem leves, como o tênis, dando condições para musculatura trabalhar livre e naturalmente.  Nos adultos, o tratamento depende da causa e da presença de alguma anomalia estrutural. O pé chato doloroso em virtude ao estresse ocupacional pode ser tratado pelo fisioterapeuta e pelo aconselhamento.  Se o paciente for obeso, deve ser orientado no sentido da dieta. Se houver deformidade fixa, os calçados ortopédicos ou as palmilhas podem trazer alívio. Em alguns casos, a cirurgia pode ser necessária para aliviar a dor e, se possível, restaurar a função.  Nas crianças, se o pé tiver boa mobilidade, deverá fortalecer os músculos que sustentam o arco, principalmente o tibial anterior e posterior e flexor longo e curto dos dedos. Se as articulações estiverem rígidas, junto com o fortalecimento, realizam-se exercícios ativos do pé e tornozelo (flexão plantar, caminhar na areia, pisar em bolinhas, cabo de vassouras rolando para frente e para trás, colocar uma toalha no chão e fazer com que a criança puxe a toalha com os dedinhos). Realizar alongamentos e mobilizações passivas.   Nos adultos deve-se aliviar a dor com repouso e técnicas específicas (água morna, massoterapia, banho de contraste, tens e hidromassagem para os pés). Quando a dor diminuir, utilizar exercícios ativos e resistidos, do pé e tornozelo. Além disso, não podemos esquecer-nos da correção geral da postura e da marcha. Pé cavo É um aumento de o arco plantar que frequentemente é acompanhado de valgo, ou do varo da parte anterior do pé e de dedos em "garras". Geralmente é hereditário e evolutivo, e os pés cavos neurológicos relacionados com uma distonia ou uma paralisia consequente de uma deformação vertebral ou a desordens nervosas centrais (poliomielite).  No adolescente e no adulto, os pés cavos flexíveis no início na criança, perdem progressivamente a flexibilidade e terão tendência a fixar-se com garra característica dos artelhos, ocasionando calos e pontas que podem ser dolorosas.  O tratamento é conservador, mas poderá ser cirúrgico se os pés não estiverem fixados e com muitas dores ou evoluindo rapidamente para os pés cavos neurológicos.  Tratamento fisioterápico  - Primeiramente retirar a dor do paciente com calor superficial, banho de contraste, parafina, etc. Realizar movimentos ativos e passivos de todo o pé e tornozelo, alongamento intensivo da região da planta do pé, exercícios resistidos para os músculos intrínsecos do pé;   - É muito importante que o paciente use palmilhas corretivas durante o dia e calha durante a noite;   - Realizar correção da postura geral e da marcha.      Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.br Acesso em: 14/08/2013
Joanetes A Joanete é uma deformidade dos ossos dos pés muitas vezes com origem hereditária e também do mal uso de sapatos, apertados ou saltos muito altos. Provoca dores e restringe os modelos de sapatos que podem ser usados pelo portador da patologia, prejudicando a qualidade de vida do portador. É mais comum em mulheres, porém homens também são acometidos pela doença. O nome científico é Hálux Valgo e o seu tratamento sempre foi muito doloroso e de resultados limitados.  Cirurgia Percutanea ou Cirurgia Minimamente Invasiva. É uma Cirurgia que já é praticada há alguns anos na Europa e EUA, e há pouco tempo no Brasil. Consiste em mini incisões de 5 milímetros que permitem que sejam feitos os procedimentos para corrigir as deformidades ósseas dos pés. Por ser uma cirurgia pouco infasiva, permite que a recuração seja mais rápida e o paciente sai andando momentos após a cirugia com o uso de calçados especiais. Com esse procedimento o risco de infecções diminue drásticamente.  Na busca de nova e constante capacitação, preocupados com o bem estar dos pacientes a Medsul oferece esse procedimento cirúrgico. Consulte-nos.
Tendinite
Tendinite  É uma inflamação que acomete os tendões, ocorre em qualquer idade. Principalmente nos trabalhadores manuais, ou seja, os trabalhadores que utilizam muito a mão. Como é nosso caso, massagistas ou pessoas que trabalham com computador, ou até mesmo fazem exercícios repetitivos no trabalho. Aqui chamamos de doença ocupacional, pois advem do trabalho.  A tendinite ocorre devido à fadiga muscular, desalinhamento muscular, movimentos errados. Por isso é necessário se atentar as posturas corretas, dar pausa entre os serviços, pois é necessário que o músculo descanse. Exercício de alongamento antes e após começar o trabalho é importante para prevenção de tendinite.  Nós que utilizamos muito as mãos, devemos ter cuidado ao sentir dores, às vezes estamos exagerando na medida, então devemos tomar cuidado com os sinais e sintomas que sugerem tendinite.  Os sintomas são: dor, incapacidade de o músculo trabalhar, gerando a incapacidade funcional, diminuição da força muscular e edema, que é o inchaço.      Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.br Acesso em: 14/08/2013
Síndrome do túnel do carpo
Síndrome do túnel do capo Essa doença é uma forma bastante comum de DORT (doenças ocupacionais relacionadas ao trabalho), provocada pela compressão do nervo Mediano, que vem do braço e passa pelo punho, numa região chamada túnel do carpo.  Esse nervo é o responsável pela movimentação do dedo polegar, além de promover a sensação nos dedos polegar, indicador e médio na parte da palma das mãos.  Devido ao uso excessivo dos dedos e punhos, começa a haver uma inflamação e inchaço das estruturas que passam pelo túnel do carpo, resultando na compressão do nervo mediano.  Como resultado, esse nervo passa a ficar mais "fraco", provocando a sensação de formigamento e amortecimento dos dedos das mãos, principalmente dos dedos polegar, indicador e médio. Às vezes, pode dar até a sensação de "choque" sentida nos dedos e indo em direção ao braço.  Em geral, os sintomas pioram com o decorrer do dia, principalmente após um dia de trabalho. Alguns pacientes acordam no meio da noite com as mãos amortecidas. Essa doença é comum em mulheres de 30 a 50 anos, e acomete três vezes mais o sexo feminino do que o masculino.  Normalmente, os sintomas estão presentes nas duas mãos, mas são notados primeiramente na mão dominante.  Diagnóstico  Para se fazer o diagnóstico da doença é preciso colher os dados de dor nas mãos, a perda de sensibilidade nos dedos, ou formigamento ou mesmo adormecimento dos mesmos.  Também é comum o paciente se queixar que não consegue segurar bem as coisas, principalmente fazer o movimento de pinçar. A relação com a profissão tem importância fundamental no diagnóstico.  Ao exame físico, um exame de grande importância é a manobra de Phalen, em que se pede para o paciente colocar as mãos em flexão, ou seja, com os dedos voltados para baixo, e unir dorso contra dorso das mãos, durante um minuto. Os cotovelos devem ficar num ângulo de 90 graus e na mesma altura dos punhos. A presença de dor ou sintomas de formigamento ou adormecimento aponta fortemente para o diagnóstico de Síndrome do túnel do carpo.  Outro teste é o chamado teste de Tinnel que consiste da compressão do nervo mediano no trajeto dele pelo túnel do carpo. A presença de dor indica a presença da síndrome do túnel do carpo.  Caso seja necessário, poderá ser feito um teste para medir a condução do nervo mediano, para ver se está normal ou não.  Os exames de raio-X das mãos são importantes para afastar as outras causas de dor nas mãos, como artrites, tumores ou fraturas ósseas.  Tratamento  O tratamento se baseia no uso de anti-inflamatórios, como o ibuprofeno, para aliviar a dor bem como a inflamação das estruturas envolvidas. Também o uso de munhequeiras ajuda a manter a articulação dos punhos fixa, aliviando assim a dor.  O repouso é uma das melhores formas de tratamento e muitas vezes o paciente deve ficar alguns dias sem trabalhar as articulações para haver a diminuição completa da inflamação.  Também pode ser administrada a vitamina B6 para melhorar as condições do nervo. Em casos mais severos, poderão ser utilizados corticoides injetados diretamente nas articulações afetadas.  Nos casos em que há grande comprometimento do nervo mediano está indicada a cirurgia para a descompressão do mesmo. Essa cirurgia leva a uma melhora dos sintomas em 95% dos casos.      Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.br Acesso em: 14/08/2013
Bursite de ombro
Instabilidade
Bursite de ombro  A bursite no obro ocorre quando a bolsa sinovial se inflama, essa bolsa fica ao lado das articulações do ombro. A bolsa sinovial trabalha como uma espécie de amortecedor entre os tendões, ossos e pele.  A bursite é ocasionada pela repetição de movimentos do ombro, profissionais de áreas que usam a força e o movimento do braço com frequência e atletas que praticam esportes que os braços se movimentam sobre a cabeça estão mais sujeitos a essa inflamação.   Os sintomas são bem claros, quando o ombro apresenta dores fortes e agudas, inchaço, dificuldade e incapacidade de realizar alguns movimentos que antes eram simples, e calor ao movimentá-lo são sinais que o ombro está desenvolvendo uma bursite.  Para diagnosticar a inflamação é necessário um parecer médico, com exames fisioterápicos, avaliações físicas e também por radiografia.  Os processos para evitar a inflamação da bolsa sinovial são simples, práticos, rápidos e imprescindíveis para afastar esse mau da vida das pessoas.  Alongamentos e aquecimentos adequados para as articulações, principalmente as dos ombros, são essenciais para evitar uma futura bursite nos ombros.  A bursite no ombro prejudica a saúde, a vida, o bem estar, as atividades lazer, sociais e profissionais de quem a possuí. Alinhar os cuidados e práticas citados acima para evitar essa inflamação é extremamente importante, caso a inflamação da bolsa sinovial atinja o individuo, é necessário seguir os procedimentos médicos para o tratamento, também citados acima.      Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.br Acesso em: 14/08/2013
Instabilidade Confira abaixo alguns testes para identificar a instabilidade no ombro: Teste de apreensão  Posição do paciente:  Em pé e de costas para o examinador. O membro superior a ser testado permanece em abdução a 90º, rotação externa e com o cotovelo também fletido a 90º.  Descrição do teste:  Os testes para instabilidade do complexo do ombro deverão ser realizados após ter sido identificado através do exame físico, alguma frouxidão da articulação glenoumeral.  O teste de apreensão identifica instabilidades anteriores onde a cápsula glenoumeral anterior poderá ter sofrido alguma ruptura e exposto a cabeça umeral.  O terapeuta deverá realizar o teste para evidenciar a luxação anterior. Colocando-se por trás do paciente, o terapeuta com uma das mãos sobre a escápula e o polegar empurrando a cabeça umeral para frente e, com a outra mão traz simultaneamente o braço em rotação externa máxima.  Sinais e sintomas:  No momento do teste, o terapeuta deverá prestar atenção à reação facial do paciente, que mostrará o temor e a apreensão pela possibilidade de luxação iminente.  Teste de Fukuda ou instabilidade posterior  Posição do paciente:  Em pé e de costas para o examinador, com o cotovelo em 90º, flexão de braço a 90º, adução do braço em 20º e em rotação neutra.  Descrição do teste:  O terapeuta atrás do paciente posiciona a sua mão sobre o olécrano do membro superior a ser testado e realiza uma tração do braço em sentido posterior. Com a outra mão espalmada ele mantém a escápula e visualiza a possível luxação posterior da cabeça umeral.  Sinais e sintomas:  Nesse teste, o terapeuta visualiza a luxação posterior da cabeça umeral. Normalmente, durante os testes de instabilidade o paciente refere apenas algum leve desconforto.  Teste da gaveta anterior e posterior  Posição do paciente:  Em pé e de costas para o examinador no teste da gaveta anterior e de frente para o examinador no teste de gaveta posterior.  Descrição do teste:  O terapeuta posiciona-se e com uma das mãos em formato de concha ou em U estabiliza o ombro do paciente. Com a outra mão, especificamente com o polegar, empurra a cabeça umeral deslocando-a no sentido anterior e posterior e compara com o outro membro.  Sinais e sintomas:  Nesse teste o terapeuta observa o grau de deslocamento da cabeça umeral sobre a fossa glenóide e compara com o outro membro superior. O paciente sente leve desconforto no momento do teste.  Teste do sulco  Posição do paciente:  Em pé ao lado do examinador com o cotovelo fletido a 90º. Descrição do teste: O terapeuta realiza uma tração no antebraço do paciente no sentido caudal. Ele deverá notar o aparecimento de um sulco logo abaixo do acrômio em caso de instabilidade da cápsula glenoumeral mais precisamente nos ligamentos glenoumerais ântero-inferiores que forram a cápsula.  Sinais e sintomas:  leve desconforto durante a tração. Teste da recolocação Posição do paciente: Deitado em decúbito dorsal, flexão do cotovelo a 90º e abdução de braço a 90º e em rotação externa. Descrição do teste: o terapeuta segura o braço do paciente em rotação externa, enquanto que com a outra mão realiza uma tração para cima procurando subluxar anteriormente a articulação glenoumeral. Nesse momento, o paciente fica tenso e apreensivo. Na mesma posição o terapeuta inverte o sentido da tração e empurra a cabeça umeral para baixo, reduzindo-a.  Em pacientes que possuam algum tipo de subluxação a manobra de recolocação alivia a insegurança e a apreensão, no entanto, naqueles pacientes que possuam algum tipo de dor decorrente da síndrome do impacto do ombro continuarão a sentir dor e desconforto mesmo após a recolocação.  Sinais e sintomas:  Os pacientes que possuem algum tipo de lesão ligamentar na articulação glenoumeral sentirão dor e desconforto durante a manobra. Após a recolocação sentirão alívio enquanto naqueles pacientes com algum problema de tendinite ou lesão do manguito rotador continuarão a sentir dor.      Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.br Acesso em: 14/08/2013
Tendinite Dor nos ombros é um desconforto que acomete pessoas de todas as idades. Mas nem sempre nos atentamos a este sinal, que muitas vezes pode ser indício de problema grave. Uma importante causa da dor são as lesões inflamatórias nos tendões (tendinite), em virtude de movimentos repetitivos ou excesso de uso.  Isso ocorre, freqüentemente, com esportistas de modalidades de arremesso como vôlei, tênis, beisebol, basquete e handebol, além de nadadores e ginastas. "A superação leva à lesão", diz Fábio Arnoni, coordenador do setor de massagem do Senac São Paulo.  O ortopedista Eduardo Carrera, chefe do Setor de Ombro da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), explica que tais lesões se repetem ao longo da vida do competidor e provocam a ruptura do tendão, podendo acarretar o fim da carreira do profissional ainda jovem, por volta dos 20 anos. Porém, os atletas de final de semana' devem tomar cuidado redobrado. Como eles não se exercitam regularmente, há grande predisposição a desenvolver as mesmas lesões inflamatórias dos tendões sofridas pelos esportistas profissionais.  "Para evitar as lesões é preciso fazer um tratamento de fortalecimento e reeducação muscular", aconselha Carrera. As dores nos ombros podem vir também de lesões degenerativas, ou seja, com o avanço da idade há o desgaste das articulações em decorrência do envelhecimento biológico.  Além disso, os ombros podem dar alerta quando as articulações sofrem com a calcificação. Este fator acomete, geralmente, pessoas na faixa etária de 35 a 45 anos e mulheres por volta dos 65.  De acordo com o ortopedista, os pacientes podem se tratar com acompanhamento clínico e, em casos extremos, submeterem-se a cirurgias. Com a evolução das técnicas cirúrgicas, a artroscopia é o método cirúrgico utilizado cada vez mais, porque é feita por mini-incisões com um aparelho óptico introduzido na articulação.  Segundo Arnoni, as pessoas não possuem a conduta de prevenção, mas a de correção. Entretanto, para quem já apresenta os primeiros sinais de lesão Carrera aconselha: "O importante é tratá-las desde o início, com fortalecimento muscular e alongamentos, evitando que o problema se repita e gere lesões mais graves, que podem até terminar em cirurgia".   Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.br Acesso em: 14/08/2013
Bursite de quadril
Prótese
Artrose Você sabe o que é artrose?  A artrose é uma doença nas articulações, ela causa grande incomodo nelas, esse incomodo. Suas características são as degenerações nas articulações, osso e cartilagem, por isso esse problema causa fortes dores nos portadores dessa enfermidade.  A artrose atinge geralmente a população da terceira idade, por volta dos 70 anos de idade, os sintomas ficam comuns e frequentes.  Quais os causadores?  A artrose pode atingir a pessoa por motivos hereditários, sobrepeso, traumatismos ou fatores mecânicos, como a repetição de movimentos, enfim, ela aparece quando existe o desgaste das articulações.  Ela atinge as articulações, como joelho, dedos, quadril. Essa doença não se desenvolve somente em humanos, ele pode ser diagnosticado também e peixe e aves, por exemplo.  Como evitar?  Existem vários motivos que ocasionam a artrose, motivos hereditários, traumatismos, sobrepeso, enfim, uma série de fatores que podem colocar suas articulações em riscos, mas esses fatores podem ser evitados. Uma boa alimentação e uma vida saudável ajudam muito a prevenir a artrose, exercícios físicos e alongamentos constantes também são aliados para a prevenção dela.  Qual o tratamento?  Em sua essência o tratamento da artrose é colocar em pratica na vida do portador os conceitos que são usados para evitar, boa alimentação, exercícios e alongamentos são usados no tratamento, ou seja, o tratamento consiste em uma mudança de vida e comportamento do paciente. Terapias, cirurgias, controle de peso e o uso de remédios também fazem parte, em alguns casos, do tratamento.  Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.br Acesso em: 14/08/2013
Artrose
Bursite de Quadril  A bursite é uma inflamação que acomete a bursa, que é uma pequena bolsa com líquido que envolve as articulações e tem como função amortecer os ossos e os tecidos. Geralmente, essa inflamação ocorre nos joelhos, cotovelos, ombro e quadril.  A inflamação afeta o trocânter (osso lateral do quadril) ocasionando a chamada bursite trocantérica, há também a chamada bursa do tendão do músculo iliopsoas, porém não tão frequente quanto a trocantérica.  O principal sintoma é a dor lateral no quadril na área do trocânter, essa dor pode se estender a região posterior e inferior da coxa. Nos estágios iniciais as dores aparecem durante a noite, mas pode ser desencadeada també, ao andar ou subir escadas, por exemplo. Em alguns casos há dor no apalpar e até mesmo queimação.   A bursite é mais comum em mulheres, os fatores que aumentam o risco do desenvolvimento da doença são:  • Estresse  • Lesões ocasionadas no quadril  • Artrite reumatoide  • Problemas na coluna  • Depósitos de cálcio e esporão ósseo  • Membros inferiores desiguais  • Cirurgias anteriores no quadril ou ao redor  O tratamento mais indicado para o problema é a fisioterapia através de exercícios de fortalecimento, ultrassom e medicamentos analgésicos. Outra forma é o repouso, compressas com gelo e o uso de medicamentos anti-inflamatórios, em alguns casos é necessário a aplicação de injeções e intervenção cirúrgica que em algumas possibilidades há a retirada da bursa. Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.br Acesso em: 14/08/2013
Prótese  I. O QUE É A ARTROPLASTIA PRIMÁRIA DO QUADRIL?A Artroplastia Total Primária de Quadril ou simplesmente Prótese de Quadril é um procedimento cirúrgico que tem como objetivo substituir a articulação natural doente ou fraturada, por uma articulação artificial constituída por materiais não orgânicos chamados implantes protéticos. O quadril normal é uma junta formada pela cabeça do fêmur que se articula com uma cavidade da bacia chamada acetábulo ou cavidade acetabulardestruição óssea ou infecção. Para o bom funcionamento da articulação é necessário que as duas porções da articulação (cabeça femoral e cavidade acetabular) estejam revestidas por uma cartilagem articular sadia que diminui o atrito e assim permite os movimentos necessários para as atividades diárias. Algumas doenças como a osteoartrite (artrose ou desgaste), artrites (princi-palmente a Artrite Reumatóide e Espondilite Anquilosante), distúrbios circula-tórios da cabeça femoral (osteonecrose) entre outras, podem ocasionar a lesão da cartilagem articular e assim evoluir para uma condição de destruição da junta, denominada genericamente de artrose ou desgaste. Quando o desgaste já está instalado, a artroplastia total de quadril é a opção mais eficiente de tratamento, pois restabelece os movimentos da articulação, alivia a dor e permite a realização de atividades comprometidas pela destruição da junta. Durante a operação, tanto a cabeça femoral como o acetábulo, são substituídos e por isto é chamada de artroplastia total. O implante femoral protético é formado por uma haste metálica e uma cabeça protética que se articula com o implante acetabular. II. QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DA CIRURGIA? A prótese de quadril é uma operação muito efetiva para aliviar a dor e melhorar a função do paciente. A qualidade de vida melhora muito porque o paciente consegue andar melhor e fazer a maior parte das atividades do dia-a-dia, sem grandes limitações e sem dor. Raros são os procedimentos cirúrgicos que apresentem uma relação risco/benefício tão adequados quanto a artroplastia total de quadril, sendo assim um procedimento seguro e eficaz no tratamento do desgaste do quadril1,2. Por este motivo milhões de ATQ são realizadas anualmente em todo o mundo, trazendo assim o benefício a milhares de pacientes que até algumas décadas atrás estavam condenados à incapacidade funcional, dor e perda da qualidade de vida. II. QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DA CIRURGIA? A prótese de quadril é uma operação muito efetiva para aliviar a dor e melhorar a função do paciente. A qualidade de vida melhora muito porque o paciente consegue andar melhor e fazer a maior parte das atividades do dia-a-dia, sem grandes limitações e sem dor. Raros são os procedimentos cirúrgicos que apresentem uma relação risco/benefício tão adequados quanto a artroplastia total de quadril, sendo assim um procedimento seguro e eficaz no tratamento do desgaste do quadril1,2. Por este motivo milhões de ATQ são realizadas anualmente em todo o mundo, trazendo assim o benefício a milhares de pacientes que até algumas décadas atrás estavam condenados à incapacidade funcional, dor e perda da qualidade de vida. IV. QUAIS MATERIAIS SÃO UTILIZADOS NA PRÓTESE DE QUADRIL E QUAL O MELHOR? A escolha dos materiais a serem utilizados na ATQ depende não só da idade como da atividade do paciente e também do tipo de fixação do implante. Quanto ao tipo de fixação os implantes podem ser agrupados em implantes cimentados ou não cimentados. Os implantes cimentados utilizam o cimento acrílico (cimento ósseo) para sua estabilização imediata. Neste caso o implante acetabular é constituído por um polímero plástico de polietileno que é cimentado na cavidade acetabular. Este polímero, cimentado, pode ser usado em sua forma convencional ou ainda tratado por técnicas que aumentem sua resistência ao desgaste, neste caso chamado de polietileno de ligações cruzadas, polietileno reticulado ou cross-linked. A haste femoral cimentada é constituída por ligas metálicas seja de Aço Inoxidável ou por super ligas como a de cromo-cobalto-molibdênio4. Os implantados não cimentados se utilizam de um princípio chamado fixação biológica, em que o osso cresce no interior de micro-espaços existentes no implante e assim permite sua estabilização (osteointegração do implante). Assim, o componente acetabular não cimentado requer uma cúpula metálica que irá se osteointegrar ao osso adjacente. A superfície protética, seja de polietileno ou outras especificadas mais abaixo, é encaixada na cúpula metálica. Nesta circunstância são mais frequentemente utilizadas nas cúpulas metálicas as ligas de titânio, como a de Titanio-Aluminio-Vanadio, ou mais recentemente o tântalo em circunstancias especiais. Alguns modelos de implantes associam a deposição de substâncias na superfície da prótese, como a hidroxi-apatita, com o objetivo de acelerar o processo de osteointegração. A fixação inicial do implante não cimentado pode ser feita por ajuste sob pressão (press-fit) ou com o auxilio de parafusos no implante acetabular e detalhes específicos no modelo do implante femoral. Poucas são as opções de implantes femorais não cimentados constituídos por cromo-cobalto-molibdênio, em virtude de possíveis inconvenientes ligados à maior reabsorção óssea, quando comparados aos implantes de titânio. Muitos cirurgiões optam pelo uso de hastes femorais cimentadas e implantes acetabulares não cimentados, constituindo assim a chamada artroplastia híbrida. Muito embora exista uma tendência a se utilizar implantes não cimentados em pacientes mais jovens, não existe nenhuma evidência na literatura médica que comprove sua superioridade em relação aos implantes cimentados. V. EXISTEM MATERIAIS MAIS RESISTENTES AO DESGASTE E QUANDO DEVEM SER UTILIZADOS? O processo de escolha da melhor superfície articular é bastante variável, pois deve considerar características especificas do paciente como doença de base, atividade, demanda para atividades mais vigorosas, atividades de impacto etc. O que apresentamos abaixo é tão somente uma sugestão, baseada em pesquisas clínicas e experimentais5 que, portanto podem ser alteradas em circunstâncias específicas ou de acordo com o entendimento do cirurgião: - Cabeça Metálica e implante acetabular de polietileno convencional: Usualmente a cabeça metálica articulando-se com o implante acetabular de polietileno convencional, que se constitui no padrão para ATQ primária, apresentam uma expectativa de sobrevivência entre 13-15 anos, e assim podem ser utilizadas em pacientes entre 65-70 anos de idade, desde que apresentem uma demanda para atividades mais restritas. Pacientes mais jovens e mais ativos requerem uma superfície articular de menor desgaste. Neste sentido, superfícies articulares de melhor desempenho devem ser utilizadas, tais como: -Cabeça Femoral Metálica/ Implante Acetabular de Polietileno Reticulado (Cross-linked): O implante acetabular reticulado tem maior resistência ao desgaste. Estudos clínicos mostram que após 8 anos de funcionamento, o Polietileno cross-linked apresenta um desgaste 78% menor que o polietileno convencional6, e assim justifica-se sua utilização em pacientes entre 45-65 anos de idade, com demanda funcional para atividades leves a moderadas. -Cabeça Femoral Cerâmica/ Implante Acetabular Cerâmico: É uma superfície de baixo desgaste, porém pode estar associada à geração de ruídos audíveis e, com menor freqüência, à fratura do implante cerâmico7. Assim sendo sua indicação é bastante adequada para pacientes jovens que apresentem uma demanda funcional que não envolva o impacto repetitivo. -Com o objetivo de diminuir a freqüência do ruído articular e a ocorrência de fratura, têm-se utilizado como opção, a cabeça cerâmica associada ao implante acetabular de polietileno reticulado (cross-linked), em pacientes jovens com maior atividade e maior demanda funcional. -Cabeça Femoral Metálica e Implante Acetabular Metálico: Também uma alternativa para pacientes jovens, apresenta baixo desgaste e grande resistência ao impacto. Deve-se considerar, contudo a possibilidade de reações à presença de íons metálicos (Cromo e Cobalto) no sangue e localmente nos tecidos ao redor da prótese. Por este motivo sua utilização em pacientes com função renal diminuída, mulheres em idade fértil e história pregressa de alergia aos componentes metálicos, deve ser cuidadosamente avaliada8. -Cabeças Femorais Metálicas modificadas ou o uso de cabeças cerâmicas em implantes acetabulares metálicos ainda não apresentam resultados clínicos em longo prazo, que justifiquem sua utilização rotineira. VI. QUANDO FAZER A CIRURGIA? O fato de o paciente somente ter um desgaste na junta do quadril não quer dizer que ele tenha que ser operado imediatamente, ou com urgência. Se a dor não é muito forte e é possível ao paciente realizar as atividades mais importantes do dia-a-dia, sem o uso constante de analgésicos, e sem perda acentuada da qualidade de vida, a cirurgia pode esperar, sem nenhum problema. Somente em alguns casos raros a doença pode piorar muito depressa, mesmo sem muitos sintomas, e a operação deve ser feita mais precocemente. Nestes casos seguramente o seu médico irá alertá-lo para estas possíveis circunstâncias. Mesmo que o desgaste da junta já esteja causando muita dor e incapacidade, a cirurgia de prótese não é uma cirurgia de urgência e, portanto primeiramente temos que fazer todos os exames para avaliar o estado atual de saúde do paciente e corrigir algum problema que possa aumentar a chance de complicações durante e depois da operação. Portanto a cirurgia pode ser marcada de acordo com o seu estado clinico, sua conveniência, do hospital e da equipe cirúrgica. VII. QUAIS SÃO OS POSSÍVEIS RISCOS E COMPLICAÇÕES DA CIRURGIA? Muito embora os principais riscos e as complicações mais freqüentes descritas abaixo possam preocupar o paciente que irá se submeter à cirurgia de ATQ, é preciso esclarecer que todas estas complicações já são consideradas na relação risco/benefício e, portanto os benefícios superam em muito os possíveis riscos e complicações do procedimento cirúrgico. Os riscos e complicações durante e depois da operação podem acontecer por causa de problemas de saúde que não tenham relação direta com a cirurgia do quadril e que, portanto podem acontecer em qualquer outro tipo de cirurgia (Riscos Gerais) ou problemas que acontecem especificamente nas operações do quadril, quando se implantam as próteses (Riscos Próprios da Cirurgia). Nos Riscos Gerais as principais complicações possíveis são os problemas circulatórios e cárdio-pulmonares que podem acontecer associados à anestesia e pelo próprio traumatismo da cirurgia. Pode ainda acontecer, logo após a cirurgia, a Infecção, trombose venosa profunda (e Embolia Pulmonar quando um coágulo escapa da veia e vai para o pulmão) e complicações da ferida cirúrgica. A. Infecção Protética: A infecção protética ocorre por contaminação do local cirúrgico, e é conhecida frequentemente como Infecção Hospitalar. Porém a infecção que ocorre mais tardiamente pode estar associada às bactérias que são levadas ao local da prótese a partir de outros locais que apresentem uma infecção, como a pele, rins e bexiga, pulmões etc. A taxa de infecção aguda da ferida cirúrgica pode oscilar entre 0.5 a 2% e manifesta-se frequentemente por drenagem persistente após o 4º dia pós-operatório, calor e vermelhidão (hiperemia) no local da cirurgia. Nestes casos, de acordo com indicação médica, a lavagem e limpeza imediata do local cirúrgico podem estar indicadas. Para a prevenção da infecção, o uso de antibióticos endovenosos se mostra bastante eficaz, assim como a identificação de pacientes com maior risco de contrair infecção como, por exemplo, pacientes com infecções urinárias de repetição (entre os idosos é comum a presença de bactérias em quantidade aumentada na urina, em cerca de 10% dos homens e 20% das mulheres), como conseqüência de distúrbios da próstata, prolapso de bexiga, ou ainda a bexiga neurogência; infecções pulmonares de repetição (mais comuns em pacientes com doença pulmonar crônica), infecções ativas como as fístulas ano-retais, infecções periodônticas, pacientes diabéticos etc. Nestes casos a avaliação clínica e o julgamento médico com relação às medidas a serem tomadas e o tipo de antibiótico a ser utilizado, são de extrema importância na prevenção da infecção pós-operatória. B. Tromboembolismo Venoso (TEV): Chamamos de tromboembolismo venoso a condição clínica em que ocorre a trombose venosa profunda (TVP) e/ou a embolia pulmonar. A Trombose Venosa Profunda ocorre quando se forma um coágulo (trombo) sanguíneo no interior de veias profundas, mais frequentemente na perna ou na coxa do paciente, causando o entupimento desta veia. A embolia pulmonar ocorre quando o coágulo (ou trombo) se desprende das paredes das veias e é levado pela corrente sanguínea até o pulmão, causando a embolia pulmonar. Esta condição de embolia pulmonar é potencialmente fatal, e pode levar à morte de até 1/3 dos pacientes quando não tratados adequadamente. A ocorrência do TEV é bastante freqüente após a artroplastia do quadril em pacientes que não receberam medidas preventivas. Desta forma é de extrema importância fazer a profilaxia do TEV em todos os pacientes submetidos à prótese de quadril. Esta prevenção pode ser feita por medidas mecânicas e substâncias anticoagulantes. Esta prevenção é bastante efetiva e deve ser mantida pelo período pós-operatório em que o risco de fenômenos trombo-embólicos ainda esteja presente. Quanto ao uso de anticoagulantes, uma adequada avaliação clinica do risco de sangramento e do risco de ocorrência do TEV devem ser considerados. C. Complicações da Ferida Cirúrgica: Quando não associada às causas infecciosas, as complicações da ferida cirúrgica são pouco freqüentes e podem se manifestar pela formação de uma coleção de sangue (hematoma) ou retardo no processo de cicatrização. Nestas condições o acompanhamento médico mais freqüente é indicado, até que a ferida esteja completamente cicatrizada. C. Complicações da Ferida Cirúrgica: Quando não associada às causas infecciosas, as complicações da ferida cirúrgica são pouco freqüentes e podem se manifestar pela formação de uma coleção de sangue (hematoma) ou retardo no processo de cicatrização. Nestas condições o acompanhamento médico mais freqüente é indicado, até que a ferida esteja completamente cicatrizada. B. Alongamento ou encurtamento da perna (do Membro Inferior): é quase sempre causada pelo alongamento do membro operado e muitas vezes é um recurso utilizado pelo cirurgião para aumentar a estabilidade da prótese e assim prevenir o desencaixe ou luxação. Por outro lado, quando existe um encurtamento muito grande antes da operação, às vezes não se consegue igualar o comprimento, por que pode causar a paralisia dos nervos (geralmente o nervo ciático). Pequenas diferenças no comprimento dos membros são pouco sintomáticas e raramente são motivos de insatisfação do paciente. C. Complicação nos Nervos da Perna (membro inferior): Não é muito comum, mas em alguns casos (quando o paciente já tem encurtamento grande e desgaste por luxação congênita do quadril, por exemplo) ela pode acontecer. O mais comum de acontecer é o nervo ciático deixar de funcionar adequadamente. Neste caso o pé pode ficar dormente e o seu movimento para cima (dorsiflexão) pode ser afetado. Em grande parte dos casos esta ocorrência é transitória e tende a voltar com o tempo, porém em algumas circunstâncias a deficiência pode ser permanente. Outros nervos que, menos freqüentemente, podem paralisar (bem mais difícil de acontecer e na maior parte das vezes temporário) são os nervos, femoral ou o nervo femorocutâneo lateral da coxa, dependendo do tipo de abordagem ao quadril utilizada pelo médico. As Complicações que podem acontecer mais tardiamente (alguns anos após a operação) são: A. Infecção: Por bactérias que estão em algum outro lugar do corpo (fonte de infecção ativa), como nos dentes e gengiva, pele e subcutâneo (abscessos), pulmões, urina entre outros. Por este motivo quaisquer focos de infecção quando percebidos pelo paciente devem ser imediatamente comunicados ao médico ou equipe que o operou. Da mesma forma o paciente deve contatar o ortopedista sempre que for submetido à procedimentos invasivos, mesmo mais simples como a sondagem vesical, cirurgia periodôntica e endodôntica (gengiva ou canal), drenagem de abscessos etc. B. O Desgaste acontece na junta da prótese. Se a sua junta natural (que você nasceu com ela) desgastou, a junta da prótese é claro que também pode desgastar, e por isto dizemos que os implantes tem um tempo de vida útil em serviço (a sobrevivência da prótese de quadril é por volta de 80% em 25 anos de seguimento). É claro que o desgaste depende também do uso, e por isto as pessoas mais jovens usam mais a prótese (andam mais) e por isto gastam mais depressa. O desgaste provoca a formação de partículas que podem o atacar o osso e causar lesões (osteólise) ou soltura dos componentes da prótese. Se isto acontecer os implantes têm que ser trocados (Cirurgia de Revisão) C. A soltura dos Implantes Protéticos pode ocorrer nos componentes femoral e acetabular, sejam eles cimentados ou não cimentados. Seja de origem mecânica ou biológica, a soltura é uma das causas importantes de falha dos implantes protéticos, e que assim limita sua durabilidade9. Neste processo, ou o cimento ou o implante não cimentado se soltam do osso e assim passam a apresentar um movimento anormal dentro do osso. Além da dor causada pela soltura, o atrito constante pelo movimento dos implantes podem causar maior destruição óssea e portanto os componentes precisam ser trocados, através da cirurgia de revisão de artroplastia. VIII. COMO É FEITA A RECUPERAÇÃO DEPOIS DA CIRURGIA? Por causa dos diferentes tipos de abordagem, de implantes e de técnicas, o processo de reabilitação pode ser um pouco diferente de acordo com o entendimento do cirurgião. Porém como princípio podemos dizer que uma reabilitação mais precoce, com exercícios e treino de marcha com auxilio de andador, muletas ou bengalas são bastante recomendados10. Estas medidas auxiliam na prevenção de complicações que acontecem quando o paciente fica muito tempo deitado e imóvel (como por exemplo, a trombose venosa profunda e complicações cardio-respiratórias). Desta forma os pacientes devem ser tratados através de protocolos que incluam várias sessões de fisioterapia durante a internação e depois da alta, realizando os exercícios de acordo com as instruções do fisioterapeuta da equipe. IX. É NECESSÁRIO O ACOMPANHAMENTO MÉDICO ROTINEIRO EM PACIENTES COM PRÓTESE DE QUADRIL? Lembre-se que quando você é submetido a uma cirurgia de prótese de quadril você tem que ser examinado rotineiramente, mesmo que você se sinta bem e ache que não tem nada errado com a prótese, para que quaisquer problemas nos implantes ou no osso possam ser encontrados mais cedo e assim tratados também precocemente para evitar complicações maiores mais tarde. Alguns médicos acreditam ser necessário o acompanhamento anual, outros a cada 2 anos. De qualquer forma a cada um ou dois anos, você deve procurar o médico que o operou e submeter-se a uma avaliação cínica e radiográfica, para que possa ser avaliada a funcionalidade da prótese, o posicionamento dos implantes, quaisquer sinais de desgaste, soltura, destruição óssea ou infecção. Fonte: http://www.sbquadril.org.br Acesso em: 16/08/2013
Lesão do manguito rotator
Lesão ligamentar meniscal
Artroscopia e instabilidade
Lesão do manguito rotatorO exame do atleta com suspeita de lesão (tendinite/ruptura) do manguito rotador (MR) envolve a investigação da potência muscular do supra e infraespinal, redondo menor, subescapular. Podendo o ser feito de pé ou sentado, sendo o supraspinal o mais acometido de todo o grupo. É bem notada que sua área sofreu uma hipotrofia. Lesões do MR podem ser classificadas em quatro grupos distintos. A reabilitação do MR, não deve se concentrar apenas na aquisição e manutenção do arco de movimento, mas também na recuperação do controle neuromuscular e do fortalecimento dos músculos do MR. Exercícios de estabilização rítmica, que não levem a dor são imprescindíveis para alcançar esta meta. Além disso, o fisioterapeuta deverá elaborar um programa de exercícios que executem o arco de movimento passivo o mais precoce possível pode ser um momento crítico, para pacientes que se enquadrarem no estágio pós-operatório, mas mesmo assim eles são importantes, pois são eles que irão aumentar a circulação e promover a cicatrização das partes moles. Inicialmente, o fisioterapeuta deverá se preocupar em monitorar a região, à procura de sinais de infecção como: edemas e eritemas circunscritos, hipersensibilidade da junta, dor durante o repouso articular, bem como severas limitações aos movimentos livres e aos exercícios que se utilize de resistência. Fonte: http://www.sbquadril.org.br Acesso em: 16/08/2013
Lesão ligamentar meniscal"O joelho é uma articulação de extrema importância, sendo composto pelos ossos da coxa (fêmur) e da perna (tíbia), além da patela (antigamente chamada de rótula). A junção desses ossos depende de estruturas de suporte, como ligamentos, a cápsula da articulação e os meniscos, que garantem a estabilidade da mesma". Os meniscos são pequenas estruturas em forma de disco, que possuem as funções de absorção de impactos, permitir que os ossos se articulem adequadamente e aumento da estabilidade da articulação. Em cada joelho encontramos dois meniscos. Os ligamentos são estruturas que funcionam também para dar estabilidade à articulação, limitando alguns movimentos e impedindo que os ossos saiam de seu lugar normal. As lesões de joelho são bastante comuns em indivíduos que praticam esportes, e que estão submetidos a exercícios que levam a impacto importante nessa articulação. O sofrimento crônico da articulação pode levar a dor, desgaste, problemas para andar, entre outros. Por isso, é importante que as pessoas que pretendem praticar exercícios procurem orientação médica/fisioterapêutica antes e durante essa prática, de forma a evitar complicações futuras. As lesões de menisco são raras na infância, ocorrendo principalmente no final da adolescência, com pico na terceira e quarta décadas de vida. A principal causa é o trauma ("acidentes agudos") da articulação, porém, após os 50 anos de vida deve-se principalmente a artrite do joelho. O menisco pode apresentar vários tipos de lesão: rupturas parcial, total e complexas. Além disso, a ruptura do menisco pode ocorrer sozinha ou associada à ruptura de ligamento. O indivíduo, geralmente, conta uma história de queda, rotação do joelho ou outro trauma, sente dor no joelho, apresenta-se mancando e a articulação mostra crepitações (barulhos, estalos) e limitação do movimento (o joelho não consegue se mover em todas as direções na amplitude normal). Nos casos de lesões leves e em que o paciente não está sentindo nenhum sintoma, não é necessária cirurgia. Já nos casos de dor persistente, pode ser realizado um exame chamado artroscopia. Nesse exame, um aparelho é introduzido na articulação e permite que o médico veja diretamente as lesões presentes. Durante o exame, pode ser feito o tratamento, com retirada da parte rompida do menisco. A recuperação total da função do joelho ocorre em 4-6 semanas. As lesões de algumas partes do menisco não precisam ser retiradas, pois elas recebem bastante sangue da circulação, e isso facilita a cicatrização da ruptura. Já as grandes rupturas exigem o reparo. Em alguns casos, é necessário também a reconstrução de um ligamento do joelho, para ajudar na estabilização da articulação e impedir que o joelho adquira uma movimentação anormal. Sabe-se que a retirada do menisco, em idade precoce, está associada a um risco maior de osteoartrite em idade mais jovem. Uma alternativa, que previne essa complicação, é o transplante de menisco, que leva a bons resultados. No futuro, outros tratamentos poderão permitir a regeneração do menisco. Os ligamentos trabalhem em conjunto com os meniscos, e freqüentemente nas lesões agudas, ocorre comprometimento de mais de uma estrutura. Nas lesões de ligamentos, podemos observar estiramento com ou sem instabilidade do joelho ou ruptura completa do mesmo. Essas lesões acontecem muito comumente em atividades esportivas, quando o pé está fortemente apoiado no chão e a perna sofre uma rotação brusca. O indivíduo pode sentir o estiramento/ruptura do ligamento, e é incapaz de continuar a atividade que estava praticando. Alguns ligamentos são lesados mais freqüentemente do que outros, e cada um requer um tipo específico de tratamento. O paciente apresenta forte dor e pode mostrar também espasmos musculares. Em alguns casos, há derramamento de sangue dentro do espaço da articulação, uma situação chamada hemartrose. O médico sempre deve pesquisar uma possível lesão de menisco associada. Existe também a possibilidade de o comprometimento do ligamento ser crônico e o indivíduo conta que o joelho às vezes não completa o movimento. Freqüentemente, nesses casos, esses pacientes não procuram o médico logo que os sintomas iniciam-se, mas quando surgem outros sintomas como fraqueza muscular e piora da capacidade para andar. O tratamento indicado, como já dissemos, vai depender do ligamento lesado e da gravidade da lesão. Pode ser necessária reconstrução cirúrgica, especialmente em atletas. O processo de reabilitação, após a cirurgia, é de extrema importância para garantir a mobilidade completa da articulação. A grande maioria dos casos atinge recuperação completa ou quase completa da movimentação normal do joelho. O deslocamento de patela é uma importante causa de hemartrose e deve sempre ser pesquisado nos casos de trauma agudo do joelho. Essa lesão ocorre quando o joelho está dobrado e a perna sofre uma força de "rotação para fora". É mais comum em mulheres, na segunda década de vida. O indivíduo relata que a patela (rótula) deslocou "para fora", ou então pode falar que o restante do joelho deslocou "para dentro". Porém, geralmente, o deslocamento só é visualizado na hora em que ocorre, pois a redução (ou seja, a volta da patela para seu lugar normal) ocorre quando a pessoa estica a perna. Quando o médico examina o joelho, o paciente vai queixar dor e desconforto quando a patela é movimentada ou quando o joelho é dobrado. Existem várias formas de tratamento para essa lesão, incluindo imobilização imediata associada a exercícios para fortalecimento muscular, imobilização com gesso por 6 semanas seguida de reabilitação, cirurgia, etc. É importante que se faça um estudo da presença de possíveis fatores predisponentes. Se o deslocamento ocorrer novamente, é necessário fazer um realinhamento da patela. A ruptura de tendões dos músculos da coxa e da patela pode resultar de uma contração muscular excêntrica, como ocorre, por exemplo, quando um atleta tropeça e tenta não cair. A ruptura do tendão do músculo quadríceps (músculo da coxa) ocorre mais freqüentemente após os 40 anos de idade. Geralmente, o tendão apresenta algumas alterações degenerativas, o que reforça a hipótese de que tendões normais não se rompem. Raramente, ocorre nos dois membros inferiores. A principal característica é que o paciente não consegue esticar a perna e, quando isso é tentado, observa-se a formação de um "buraco" logo acima da patela. O tratamento é cirúrgico. A ruptura do tendão da patela ocorre em indivíduos com menos de 40 anos de idade. O paciente não consegue esticar a perna, ativamente. A patela encontra-se deslocada para cima e pode-se sentir um defeito abaixo dela. O tratamento também é cirúrgico. Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.br Acesso em: 14/08/2013
Artroscopia e instabilidadeConhecendo o joelho O joelho é a maior e uma das mais importantes articulações do corpo. Nela convergem ossos, cartilagens, meniscos, ligamentos, músculos, tendões e cápsulas articulares. A integração desses vários elementos faz desta articulação uma estrutura muito complexa e de grande mobilidade. Por tudo isso, além de suportar o peso quase total do corpo e estar exposta a todo tipo de traumatismos, acidentes e doenças, o joelho sofre lesões com muita frequência. É muito difícil encontrar-se alguém de idade avançada que em algum momento da vida não tenha tido problemas com os joelhos. O que é artroscopia do joelho? A artroscopia do joelho é um procedimento cirúrgico minimamente invasivo, utilizado para diagnosticar e/ou tratar doenças dessa articulação. Ela permite ao médico ver o interior da articulação e os seus vários elementos. Quem deve fazer o exame? É possível que o médico solicite uma artroscospia se o paciente tem um edema (aumento de líquido no joelho), dor persistente, travamento, falseio ou perda de confiança no joelho. Assim, ele poderá diagnosticar e tratar, sempre que outros tratamentos não tenham tido efeito. A artroscopia tanto pode ajudar a diagnosticar como tratar situações, como rompimento de meniscos, rotura de ligamentos, inflamações, problemas patelares, etc. Como o exame é realizado? Geralmente a artroscopia do joelho é realizada com anestesia raqui ou peridural (ou mesmo local), num regime de Day Clinic (hospital dia) e o paciente pode ter alta no mesmo dia. A cirurgia durará de 45 minutos a 1 hora e, se o paciente tiver recebido um desses tipos de anestesia, que o deixam lúcido, poderá assistir ao procedimento no monitor de TV, ou dormir, se desejar. Na artroscopia são feitos dois pequenos furos na articulação, um para introduzir o artroscópio e outro para os instrumentos necessários para operar, se for o caso. O artroscópio é um tipo de endoscópio, um aparelho constituído de um fino tubo cilíndrico, rígido, do tamanho de um lápis, que tem na ponta uma microcâmera portando fibras óticas, a qual transmite imagens para um monitor de TV e assim permite que se veja dentro da articulação. Em geral insere-se certa quantidade de soro fisiológico dentro do interior da articulação, para que ela seja inflada e se torne mais clara, permitindo assim uma melhor visualização. A recuperação do exame/intervenção é rápida, pois não há cortes e as cicatrizes são muito pequenas. As complicações da artroscopia do joelho são pouco frequentes e reversíveis e se resumem em trombose venosa e acúmulo de líquido sanguíneo na articulação. Por que fazer este exame? A artroscopia do joelho possibilita um diagnóstico mais preciso do que está ocorrendo no interior da articulação e permite certas intervenções terapêuticas. Possivelmente, antes de sugerir uma artroscopia o médico terá procedido a uma história clínica e exame físico detido e pedido radiografias ou ressonância magnética para avaliar os ossos e demais estruturas do joelho. Com a artroscopia ele pode realizar alguns procedimentos terapêuticos como remoção, reconstrução ou reparo de meniscos ou ligamentos, remoção de fragmentos ósseos ou de cartilagem soltos no interior de uma articulação ou de tecido sinovial inflamado, etc. E após a cirurgia? Após a cirurgia, o paciente sairá do hospital somente com um curativo no joelho, que pode ser removido no dia seguinte. O paciente pode tomar banho normalmente evitando, no entanto, que a água caia com força diretamente sobre as incisões. O paciente deve procurar elevar o máximo possível sua perna nos dias seguintes à cirurgia, para minimizar o edema. O paciente deve aplicar gelo na articulação, 3 a 4 vezes ao dia. A pele deve ser protegida com um tecido fino para que o gelo não a queime. Após a maioria das cirurgias artroscópicas, o paciente pode caminhar sem bengalas ou muletas, mas em alguns casos o médico pode aconselhar que elas sejam usadas durante algum período. O paciente deve exercitar seu joelho regularmente, para fortalecer os músculos de sua perna e da articulação. Sempre com orientação médica. Se necessário, o paciente deve usar medicações analgésicas. Como evolui a artroscopia de joelho? A evolução de uma artroscopia do joelho será frequentemente determinada pela gravidade da lesão pré-existente. Conforme o caso, o paciente poderá apresentar alguma limitação duradoura ou permanente de atividades, mesmo após um período de recuperação. Na maioria dos casos, em seis a oito semanas o paciente será capaz de realizar a maior parte das atividades físicas que está acostumado a fazer, desde que elas não envolvam demasiado impacto. Fonte: http://www.abc.med.br  Acesso em: 16/08/2013
Hérnia de discoOs discos intervertebrais são importantes estruturas da coluna. Com o envelhecimento, os discos intervertebrais vão perdendo sua hidratação e vão diminuindo de espessura. Isto faz com que o espaço entre as vértebras diminua. Quando somamos isto a movimentos excessivos ou repetitivos de flexão e extensão da coluna, estes discos podem ser comprimidos, e o ânulo fibroso sair de seu limite, causando a protusão discal. Se esta protusão for ainda maior, com rompimento do ânulo fibroso e extravasamento do núcleo pulposo, temos a hérnia de disco. Uma hérnia pode chegar a comprimir raízes nervosas ou até mesmo a medula espinhal (que passa logo atrás das vértebras), e por este motivo os sintomas podem ir desde um formigamento nos braços ou pernas (dependendo se for na região cervical ou lombar), até causar dor intensa no trajeto do nervo comprimido. É muito comum ocorrer a dor no nervo ciático, o qual tem seu trajeto iniciando na coluna lombar e passa pelo glúteo e região posterior da perna. Também pode ocorrer, em casos mais graves, fraqueza e perda de função. As hérnias na região lombar e cervical são as mais comuns, pois estas regiões apresentam maior mobilidade. Raramente ocorrem hérnias torácicas, e seus sintomas são mais inespecíficos. O diagnóstico de uma hérnia pode ser clínico, mas são muito utilizados exames de imagem como ressonância magnética e tomografia. Como tratamento inicial, deve ser realizado fisioterapia, com objetivo de aumentar espaço articular vertebral, reduzir dor e tensão muscular na região e estabilizar a coluna, por meio da ativação da musculatura profunda de coluna e abdômen. Em casos mais graves, onde o extravasamento do disco é muito grande e a compressão medular chega a prejudicar a função dos membros, pode ser realizado tratamento cirúrgico. Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.br Acesso em: 16/08/2013
Escoliose
Artrose e osteoporose
Hérnia de disco
Artrose e osteoporoseDentre os segmentos da coluna vertebral, a região cervical e a lombar são as que mais apresentam processos degenerativos, devido à maior mobilidade que apresentam (KNOPLICH, 2003). As alterações degenerativas geralmente estão associadas ao processo de envelhecimento. É difícil determinar, no entanto, a influência de cada um dos elementos anatômicos na etiopatogenia da dor. A faixa etária entre 30 a 50 anos é a mais propícia para o desenvolvimento de dores na coluna, em especial as lombalgias e as dores isquiáticas (KNOPLICH, 2003). Em relação ao gênero, são observadas degenerações em maior frequência no sexo masculino, principalmente em relação às lombalgias. A respeito das características de peso corporal e altura, deve-se ressaltar que o centro de gravidade corporal incide sobre S2, a segunda vértebra sacral. Essa região suporta cerca de metade do peso corporal. Estudos sugerem que o volume abdominal influi mais que o próprio peso corporal, uma vez que as pessoas obesas geralmente apresentam vértebras mais largas e, portanto, adaptadas para tal função. A obesidade está relacionada com mais frequência a osteoartrose nas articulações do joelho e coxofemoral (KNOPLICH, 2003). Estudos também demonstram que o hábito de fumar também influencia na saúde da coluna vertebral. Esse risco é ainda maior quando o indivíduo fuma mais que 16 cigarros por dia, no caso do homem, e 13/dia para a mulher (KNOPLICH, 2003). A prática de esportes deve ser incentivada, porém bem monitorada. O exercício físico sem orientação pode promover lesões na coluna. É demonstrada uma relação positiva entre a prática de esportes e a prevenção de lesões na coluna (KNOPLICH, 2003). O processo degenerativo da coluna pode atingir todas as estruturas musculoesqueléticas, mas só é capaz de produzir sintomas evidentes quando ocorre compressão da raiz nervosa que está localizada no orifício de conjugação ou da medula no canal vertebral. As artroses causam dores em função da irritação das terminações nervosas das estruturas degeneradas (KNOPLICH, 2003). Knoplich (2003) classifica as alterações degenerativas da seguinte forma: Osteocondrose intervertebral Condição mais comum em indivíduos idosos, esta lesão está associada à degeneração do disco intervertebral, em especial o núcleo pulposo. Inicialmente, ocorre desidratação do núcleo, fissura no ânulo fibroso, com achatamento do disco, diminuição do espaço discal e por fim esclerose do corpo vertebral. O disco pode se herniar para dentro do corpo vertebral (chamado núcleo de Schmorl) ou pode gerar herniação inclinada. O processo degenerativo pode envolver também a síndrome da cauda equina ou a estenose (estreitamento) do canal. Espondilose deformante ou hiperostose Trata-se de uma degeneração caracterizada pela presença de osteófitos (popularmente chamados de “bico de papagaio”) em grande quantidade. O deslocamento do disco produz elevação do ligamento longitudinal anterior, com consequente tração no local de inserção do ligamento no corpo vertebral. Pode haver também ossificação do ligamento longitudinal posterior, hipertrofia do ligamento amarelo, que causarão diminuição do diâmetro do orifício de conjugação, e por sua vez pressionarão o nervo. Osteoartrose Degeneração progressiva da coluna, marcada por erosões na cartilagem articular, lesão no tecido ósseo subcondral, hiperplasia e, nos estágios avançados, anquilose fibrosa ou óssea na articulação. Nos exames de imagem, é possível visualizar diminuição do espaço articular e osteófitos marginais. O paciente geralmente apresenta dor irradiada nos membros superiores, quando a patologia acomete as vértebras cervicais, e nos membros inferiores, quando relacionada a algum dano nos segmentos lombares. Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.br Acesso em: 16/08/2013
EscolioseEscoliose é uma deformidade da coluna vertebral, identificada quando há uma curvatura dupla na coluna, conhecida como em (S) ou curva simples, para um dos lados direito ou esquerdo, conhecida com curva em (C). Em mais da metade as causas da escoliose são desconhecidas (idiopáticas), mas podem também ser congênitas quando oriundas de uma má formação ou neuromuscular (por sequelas). Não existem sintomas claros, é bem comum ser descoberta na adolescência devido as primeiras alterações estruturais, já na fase adulta pode desencadear dor. O tratamento da postura é feito de acordo com a avaliação médica, por meio da radiografia e vai desde o uso de colete até a cirurgia reparadora, de acordo com os graus de curvatura e idade que foi descoberto. Uma das indicações médicas é quanto a natação, normalmente indicada na fase de crescimento e em conjunto com o uso do colete e o tratamento fisioterápico corrigi e até segura a progressão da curvatura da coluna vertebral. Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - http://www.portaleducacao.com.br Acesso em: 16/08/2013
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